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Mad Max: Estrada da Fúria – Crítica

Mad Max: Estrada Da Fúria (Black Chrome) [DVD] | Amazon.com.br

Em um mundo pós-apocalíptico, Max Rockatansky acredita que a melhor forma de sobreviver é não depender de ninguém. Porém, após ser capturado pelo tirano Immortan Joe e seus rebeldes, Max se vê no meio de uma guerra mortal iniciada pela Imperatriz Furiosa, que tenta salvar um grupo de garotas. Também tentando fugir, Max aceita ajudar Furiosa.
O filme é dirigido, escrito e produzido por George Miller, que entrega um bom filme, mas acho que é mais do que um filme “bom”, pois a qualidade do filme em questão é algo frenético .
O filme, que por curiosidade, já teve algumas outras versões como Mad Max (1979), Mad Max 2 – A Caçada Continua ( 1981), Mad Max – Além da Cúpula do Trovão, ou(1985).
O filme de 2015 Mad Max: Estrada de Fúria (2015) é um filme de ação e ficção científica australo-estadunidense, considerado o quarto título da franquia Mad Max, se passando em um vasto deserto de um futuro pós-apocalítico onde gasolina e água são bens valiosos.
Mad Max: Fury Road estreou em TCL Chinese Theatre, Hollywood, em 7 de maio de 2015.Também foi mostrado no 68º Festival de Cinema de Cannes, em 14 de maio, mas fora da competição oficial. Teve a sua estreia mundial foi em 15 de maio de 2015.
De acordo com o site de análises agregadas Metacritic, Mad Max: Fury Road recebeu “aclamação universal” por parte da crítica, descrito pela revista Forbes como “uma obra-prima do cinema de ação”
O filme foi classificado por muitos críticos como o melhor filme de 2015, e é considerado um dos melhores filmes de ação já feitos, aclamado por sua direção, roteiro, fotografia, elenco, e sequências de ação.
Os planos para o quarto filme de “série” Mad Max, por 25 anos, sofreu dificuldades financeiras para ser iniciado, Mel Gibson estava interessado em voltar para o filme, mas perdeu o interesse depois de 2000. Em 2003, George Miller anunciou que o roteiro para o quarto filme tinha sido escrito, e que a pré-produção estava nos estágios iniciais.
Em 2007, Miller novamente confirmou sua intenção de fazer outro Mad Max na Aurora film maker initiative, entanto, afirmou que pensou em Mel Gibson, porém imaginava que ele recusaria por causa da idade. Em 5 de março de 2009, foi anunciado que um filme de animação estava em preprodução e estaria tomando grande parte do enredo de Fury Road.
Mad Max: Fury Road foi aclamado pela crítica.[9] O Rotten Tomatoes dá ao filme um índice de aprovação de 97%. O consenso do site diz: “Com emocionante ação e uma quantidade surpreendente de peso narrativo, Mad Max: Fury Road traz a franquia pós-apocalíptica de George Miller rugindo vigorosamente de volta à vida.”[10] No Metacritic, que atribui uma classificação normalizada, o filme tem uma pontuação de 90 em 100 com base em 51 críticos, significando “aclamação universal”
Algo útil que notamos ao assistir o filme é uma aula de narrativa, de George Miller, mas também pelas suas mensagens sumbliminares que o longa traz. As ações do ser humano e sua ambição são completamente reais aqui do lado de fora.
Durante o enredo de A Estrada da Fúria, existe uma pergunta muito emblemática sobre este assunto: Quem destruiu o mundo? As responsáveis por esta pergunta são as maravilhosas mulheres deste filme, Furiosa e as meninas do harém de Immortan Joe, que questionam a desgraça em que estão e quem ganhou com isso. Melhor do que apenas questionar, elas decidem não aceitar o sistema e fazem algo para melhorar suas vidas e saírem do controle doentio do ditador psicopata.
Immortan Joe é um cara que se beneficiou completamente da desgraça do mundo, se não foi ele mesmo que a promoveu, construindo seu império com facilidade por ter acesso as tecnologias de busca de água potável (Aqua Cola) e ferramentas agrícolas para manter plantações saudáveis em solos estéreis.
Finalizando, dizemos que o filme é 100% cinema puro.

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Eu Me Importo (Netflix – 2021) Crítica

Performance de Rosemund Pike em Eu Me Importo não surpreende, mas funciona
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I Care a Lot é um filme de drama e suspense estadunidense de 2020 escrito e dirigido por J Blakeson. É estrelado por Rosamund Pike, Peter Dinklage, Eiza González, Chris Messina e Dianne Wiest. O filme teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 12 de setembro de 2020.
Tendo a sua estreia no festival de Toronto em 2020, o filme conta a história de Marla, uma golpista que faz idosos como suas vítimas. Além de controlar o sistema, como os julgamentos para convence-los a darem os direitos dos idosos para a sua clínica ou lar de idosos, Marla vende as casas deles, para ter lucros e enriquecer, o que é o mais é importante fator que exige maior atenção do filme.

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Decidida em sempre se arriscar e a vida de sua namorada Fran ( Eiza González), Marla decide continuar roubando da velhinha, e quando a senhora começa a irrita-la, ela começa a ir contra seus cuidados na clínica onde ela trabalha.

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O filme é dirigido, roteirizado produzido por J. Blakeson, é que, na sua maior essência em filmes, traz como currículo o terror Abismo do Medo 2 (2009), mas aqui o diretor e roteirista traz um filme incomum por tratar de um tema um pouco complicado de falar, mas que aposta nas atuações dos personagens Rosamund Pike, Dianne Wiest e de Peter Dinklade.
Logo após ter levado uma senhora para o lar, Marla percebe que a senhora não era o que parece, é que ela enfrentaria um dos seus maiores medos, a marfia da família da senhora Jennifer, que na realidade não era chamada assim.
Eu comecei a não gostar do filme, mas a história me cativou, conquistou e se mostrou competente tanto em narrativas, como ações dos personagens, mas que falha completamente na direção e parte do roteiro
O que Marla não sabia era que a velhinha não era quem era que fosse, e que seu filho Roman (Peter Dinklage), faria de tudo para tira-la do lugar, e mesmo que com ou sem violência. Marla estava acostumada a lidar com filhos supostamente negligentes e fracos. Roman, contudo, é um mafioso russo dos mais perigosos e não vai permitir que aquela mulher se aproveite da situação.
Depois da indicação no Globo de Ouro, Rosamund Pike demonstra uma personagem fria, sádica, maluca ( às vezes), em desejar tudo o que e dividir tudo com sua namorada, Fran, a quem ela deseja dividir tudo, e esse ponto achei interessante, mas ainda desconstruído.
Eu Me Importo vai provocando o espectador com as possibilidades de vitória, seja para Marla ou para Roman.
Um filme muito fraco como texto, assim como direção, por exagerar em alguns personagens e, como um todo ( a hsitória clichê dos filmes de drama), o longa-metragem brinca com esses exageros, coloca claramente ao expectador que essas coisas são, além de medonhas, e como a protagonista se ver nesse âmbito, mas também pela luta da sua maioridade, mesmo já sabendo de sua força.
Ainda que sem muita inventividade na exploração de planos e sequências, Blakeson fez um filme interessante, intrigante, que reforça o poder de uma mulher acima da ética estabelecida.
Nota: 6,0

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Todos os meus amigos estão mortos ( Netflix-2021) – Critica

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All My Friends Are Dead ou Todos os meus amigos estão mortos é um filme polonês de comédia, terror e suspense, dirigido e escrito por Jan Belci, que conta a história de um grupo de amigos que comemoraram a virada do ano na casa de Marek, até que grandes confusões e brigas acontecem no local, deixando o clima cada vez mais intenso.
Com um roteiro previsível, e certas caracterizações de personagens típicos de filmes desse sub-gênero( isso para a comédia), onde reuniões de jovens acabam dando errado, o longa explora bastante nos exageros, e grandes atuações , principalmente Julia Wieniawa-Narkiewicz, do polêmico e péssimo terror original da netflix, Sem Conexão.


Além dos clichês do gênero, o diretor usa as péssimas ações dos adolescentes como meio de contar como história para exercer uma boa sátira dos filmes de terror slasher, e suspense dos anos 80, como Halloween, Sexta-Feira etc…
O filme possue várias outras referências, como Pânico (1996), mas todas as referências não são o grande marco, mas sim o fato de como as mortes vão acontecendo.
Sem o gosto amargo dessas obras mais dramáticas, Todos os Meus Amigos Estão Mortos aproveita a leveza da comédia para construir um verdadeiro epic fail.

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Quem nunca se divertiu assistindo a um vídeo fail (a versão YouTube das Videocassetadas) que atire a primeira pedra. A língua alemã tem uma palavra específica para esse prazer que sentimos quando alguém sofre: Schadenfreude. Esse sentimento tem sido bastante caro à psicologia, que ainda não conseguiu explicar muito bem por que a desgraça alheia pode ser a nossa diversão. Algumas correntes, no entanto, nos ajudam a entender em que medida Todos os Meus Amigos Estão Mortos funciona tão bem pedagogicamente, como Sex Education.

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Ele tem personagens bastante variados, como merece um bom filme sobre festas que saem do controle. A quantidade de histórias acontecendo simultaneamente impede que tenhamos um conhecimento aprofundado dos personagens, o que facilita bastante para a comédia, já que, ainda que o choque possa acontecer, é pouco provável que fiquemos tristes com a morte de alguém. O quanto podemos desenvolver de empatia é bastante controlado pelo roteiro e pela direção, que nos conduzem facilmente de um personagem ao outro, criando conexões tão improváveis e acidamente caricatas que o humor provocado ajuda a encobrir o peso das sequências macabras.
Além dessa parte da história, a outra é

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sobre o entregador de pizza, que querendo receber pelas 70 ou 100 pizzas compradas pelos jovens, fica sem o dinheiro de Malek, que foi o primeiro morto na festa, escondido num quarto junto com outras vítimas.
E em diversas vezes tentando acertar as coisas, o entregador acaba desistindo e se enforcando, mas antes disso, ele escreve um texto no papel, que logo após os detetives da primeira cena do filme, leriam ao entender todo o contexto.

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Essa é, provavelmente, a morte que será mais sentida pelos espectadores, isso porque este é o personagem mais complexo de todos, mesmo sendo bastante secundário na trama central da festa. A cômica sequência do início, quando o detetive dá descarga no papel higiênico que seria uma “evidência”, pode ser lida com um tom mais dramático ao final do filme: a simples e outrora engraçada figura do entregador que não é pago de repente se torna a muito mais realista ideia de uma vida que está sendo levada descarga abaixo, tendo sua genialidade (quase) apagada pelas atitudes estúpidas de pessoas que cruzam o seu caminho.
A ânsia de dar início a uma franquia de sucesso, como renderam alguns dos principais slashers, tornou o “final em aberto” uma das características mais aguardadas do final de alguns filmes de terror. Em Todos os Meus Amigos Estão Mortos, o final, também em tom de referência, parece demonstrar a passagem do bastão que acontece entre uma geração e outra de movimentos artísticos, o que encontra eco inclusive na fala do detetive mais experiente, quando ele diz para o novato ser necessário livrar-se das roupas velhas para ter roupas novas (ideia melhor traduzida pela dublagem, que indica a necessidade urgente de se livrar das roupas velhas, ou seja, os antigos costumes). A diferença de idade dos detetives amplia essa discussão sobre a juventude e uma certa estupidez que parece ser ligada a uma questão etária, mas que, na verdade, é estrutural.

A sequência final, introduzida pela versão do The Animals da música The House of the Rising Sun, também oferece diversas significações e proponho, aqui, uma delas. A escolha dessa música parece ser muito simbólica para o filme, porque há diversos indicativos nas especulações sobre o significado da letra que encontram consonância em Todos os Meus Amigos Estão Mortos. Há relatos de que o vocalista da banda, Eric Burdon, teria dito, durante uma visita a uma possível locação de House of the Rising Sun, que a casa conversava com ele, o que a casa destruída certamente faz com os detetives.

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Com ótimas escolhas de músicas, Kickstart My Heart,da banda Motley Crue e The House of the Rising Sun, no final do filme, quando todos os jovens mortos, estão em uma espécie de paraíso.
Por fim, Todos os meus amigos estão mortos é um típico filme clichê dos filmes de jovens que aprontam em festas, mas que sua riqueza está em como a história e as motivações desses personagens são bem vistas.

Nota:7,0

Avaliação: 2 de 5.

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CRÍTICA | WandaVision: S1E6 – Um Halloween Assustadoramente Inédito!

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O episódio 06 de Wandavision, minissérie de 9 capítulos do universo cinematográfico da Marvel, disponível no catálogo do Disney plus, estreou nesta sexta-feira (12), e faz mais uma homenagem das sitcons clássicas estadunidense, Malcolm in the Middle (2000).

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O episódio se chama “ Um halloween Assustadoramente Inédito!”, e por isso o episódio foque nessa época bem comemorada nos Estados Unidos, mas que o diretor Matt Shakman e a roteirista Jac Schaeffer fizeram em conta ótimas histórias e trazendo, ao seu favor, o quesito das sitcons ao seu favor.

O episódio está habitado nos anos 90, o que parece, e têm esse estilo das sitcons, como mencionado, e está em época de Halloween, e cabe a Wanda Maximoff ( Elizabeth Olsen), e seu querido marido Visão(Paul Bettany), seus filhos Tommy (Jett Klyne) e Billy (Julian Hilliard), e o recém chegado a cidade de Westview Pietro( Evan Peters), se prepararem para a tal comemorativa festa do dia das Bruxas, tendo muitas descobertas do lado de dentro do universo da cidade de Westview, e também da organização S.W.O.R.D.

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Logo, percebemos que as coisas não mudam apenas no visual, mas a série começa a mostrar coisas que já estávamos imaginando, como, por exemplo a manipulação de um inimigo, clássico nos quadrinhos e nos filmes da Marvel, e o que as atitudes de Wanda vai trazer para todos os envolvidos do episódio.

Antes de partirem para a festa, Visão decide investigar coisas que estão estranhamente bizarras, como o transe das pessoas, inclusive de Agnes(Kathryn Hahn), que pode ser a personagem mais importante em conexão que faltam para a série, por ela sempre saber a solução de tudo no episódio.

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Curiosamente, Agnes não é exceção à regra. Visão a encontra estacionada justamente no limite do “reino” da Feiticeira Escarlate, na avenida Ellis, sem reação e fantasiada como uma bruxa – mais um aceno à teoria popular de que ela é Agatha Harkness. Ela está em transe, como os demais figurantes da sitcom da qual integra o elenco principal e, para entender essa bizarrice, o herói decide acordá-la. Para o bem ou para o mal, ele é surpreendido por uma avalanche de informações: ele era um Vingador, o que quer que isso signifique; Wanda não deixa ninguém pensar em sair de Westview; e, pior, ele está morto!

Um outro fato IMPORTANTE é sobre Pietro, pois ele comenta com Wanda como ele voltou e isso afetou a ele. Em um de suas falas “liberem o inferno, meus demônios” não ajuda – fala a verdade, nessa hora, você também se perguntou se ele não era o Mephisto. Pelo o que estamos compreendendo Mephisto pode estar não só manipulando o espaço físico, mas tudo o que está a tona.

Já, no outro lado, o diretor Hayward e Mônica têm visões diferentes, já que também ele está tramando algo perigoso, escondendo algo sobre Visão e o que toma a Haywara a demitir Mônica, Wu e Darcy Lewis do cargo na SWORD.

Trazendo uma boa e surpreendente dose de ação, Monica e Jimmy saem na mão com alguns agentes e garantem sua liberdade.

Hackeando o sistema da agência, Darcy descobre que as células de Monica foram modificadas depois de passar duas vezes pelo hex, ou seja, a capitã realmente deve assumir o posto de heroína no universo Marvel.

O episódio 06 de Wandavision foi intenso, transformador e trouxe grandes dúvidas e como essas dúvidas trouxeram para a continuidade desses acontecimentos.

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Wandavision – QUEM É ESSA GERALDYNE? WANDA E VISÃO TÊM GEMEOS ??? Critica do TERCEIRO EPISÓDIO da minissérie da Disney Plus- Critica C/ Spoiler + Teorias + Final Explicado

Marvel divulga primeiro trailer da série 'WandaVision'; assista - Bem Paraná

Wandavision têm sido a favoritinha do Disney plus, sempre enfatizando sua sátira, e uma narrativa repleta de Easter- Eggs dos filmes originais da Ucm, isso por quê, além da inovação que o diretor Matt Shakman usa para colocar dentro dos episódios tanto da fórmula do formato das sitcons, essa que pode ser uma ótima quebra para os filmes da Ucm, mas também por que os/as personagens conseguem transparecer em suas atuação, especialmente para Elizabeth Orsen, que faz talvez, o papel mais carismático/importante da minissérie.

No episódio III, a personagem da Wanda ( Elizabeth Orsen) finalmente dar a luz para gêmeos, os bebês Tommy e Billy, e isso faz todo sentido, já que Wanda poderia controlar sobre o tempo, e acredito muito que isso não foi por acaso, já que para quem leu as Hqs, esses dois personagens foram bem importantes para a história. Outro momento que percebemos que a série traz é sobre a Geraldyne, que trouxe muitas dúvidas pois a personagem poderia ser a Mônica do segundo episódio, do programa de talentos.

Wandavison: Liberado novo trailer da série do Disney+

Vemos que, após o parto dos gêmeos, Wanda relembra do seu irmão Pietro, que foi morto, e usou muito disso por ter filhos gêmeos, e Geraldyne  comenta sobre a sua morte na Era de Ultron(2015), onde Pietro morreu. Wanda percebe que Geraldine usa um colar com um símbolo que ela imediatamente reconhece como da SWORD. Para quem não se lembra, essa é a instituição criada por Nick Fury para vigiá-la. Então, a vizinha é praticamente ejetada dessa realidade na qual Wanda e Visão estão.

When Will WandaVison Release On Disney+? What To Expect From Disney/Marvel  Show? | Wanda and vision, Marvel show, Disney plus

Em português, a sigla S.W.O.R.D. significa “Departamento de Observação e Resposta de Muno Senciente”. No entanto, em WandaVision, houve uma pequena alteração no nome, que ficou “Divisão de Resposta de Observação de Arma Senciente.

O que mais chama atenção é a nossa ansiedade sobre os episódios trazem para os telespectadores/fãs dos filmes da Marvel, de que já podemos dizer que Wandavision(2021), é um daqueles projetos audiovisuais que tem uma grande nostalgia das hqs antigas da Marvel, já que alguns personagens, mesmo despercebidos, a nostalgia pega e você gosta, apesar que quem leu as hqs ( todas para ser mais exato), terá mais entendimento sobre o complexo que a minissérie traz).

WandaVison: Marvel 'merchandise' reveals possible return of dead Avengers  character | The Independent

Isso foi extremamente importante para entendermos que realmente os dois vivem em uma realidade alternativa criada pela Feiticeira Escarlate. Logo, essa pode ser a solução do mistério de como Visão está vivo. Afinal, o personagem foi assassinado por Thanos ao roubar a Joia da Alma, também na franquia Os Vingadores, da Marvel.

Veja como Marvel pode ressuscitar Visão para nova série do MCU |  Observatório do Cinema

Além disso, sabemos agora que a SWORD continua vigiando a personagem. Porém, até o momento, não é possível saber se ela está sob controle de algum vilão ou até mesmo se a realidade foi criada em algum momento de descontrole.

Nota do episódio : 7,0

Avaliação: 3 de 5.
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The Boys ( Amazon Originals Séries, 2019/2020) | Crítica da primeira Temporada da série da Amazon

The Boys terá orgia polêmica de super-heróis na 3ª temporada

O universo cinematográfico de Heróis sempre foi uma grande buscar de criar boas narrativas em seus filmes, e o bom disso tudo era que a briga entre duas grandes marcas/empresas como a Marvel e Dc era bem intensa, mas não eram as únicas que poderiam ser tomadas pelo o universo. Quando foi anunciada The Boys, série criada por Eric Kripke, um daqueles cineastras que você jamais imaginaria que algo tão inovador sairia de uma forma tão catastrófica de um lado belíssimo por parte dos produtores e da distribuidora, Amazon Prime Video, que acreditou tanto no projeto, que resolveu coloca-la no catálogo em distribuição original da plataforma de streaming.

SBT transmite The Boys em agosto

Baseado nos quadrinhos de  Garth Ennis, e Darick Robertson, ambos que fizeram os quadrinhos entre 2006/2009. Mas algo aconteceu na época por querem explorarem um sub-gênero tão arriscado como o de heróis, já que a justificativa da DC comics era que as histórias incomodavam o estilo e o tom do que as narrativas contavam, o que prejudicaria para os negócios. Garth Ennis e Robertson decidiram então procurarem outras editoras, cancelar o contrato, amigavelmente, e partir logo para o lançamento. Em fevereiro de 2007, a editora  Dynamite Entertainment anunciou que assumiria a série.

The Boys - Série 2019 - AdoroCinema

Em 2009, foi publicado o primeiro Spin-of da série, pela Dynamite Entertainmen, a minissérie Herogasm, ilustrada por John McCrea Keith Burns.

A série estreou em 26 de julho de 2019. Antes da estréia, a Amazon renovou The Boys para uma segunda temporada, que teve início em 4 de setembro de 2020. Antes do lançamento da segunda temporada, foi anunciado que a série já estava com uma terceira temporada confirmada.

The Boys - Nova série de heróis vai satirizar os filmes de Zack Snyder!

A premissa da série apresenta um grupo de sete heróis que são chamados como os Supers, e ambos pertencem a uma agência ou corporação chamada Vought Internacional, que bancam em suas margens de marketing iludindo o público, mas que na verdade, os heróis não passam corruptos, arrogantes e violentos. Tudo isso começa a problematizar, quando um dos supers, Trem-Bala(Jessie Usher), que ao matar uma jovem, namorada do protagonista vivido por Hughie( Jack Quaid), e ele ( Hughie), se junta com Bravo ( Karl Urban), um detetive e vítimas dos atentados dos Herós, sendo vítima também de ter perdido sua esposa, sendo estuprada por Capitão Pátria( Antony Starr).

Teaser do 5º episódio da 2ª temporada de “The Boys” mostra Capitão Pátria  se expondo publicamente – Categoria Nerd

Essa primeira temporada foca no grupo liderado por Bruto (Karl Urban) na derrota dos heróis da Vought. O fato é que a série conhece bem no que está se fazendo: a violência e os exageros que traz dentro da série é algo surreal. O fato que os heróis eram babacas, mas ninguém podia impedi-los, as circunstâncias de que alguns teriam contra eles, a corrupção e as coisas erradas que a série preparava para um arco final ou melhor, desfecho.

A primeira temporada foca muito na vingança de Hughie (Jack Qualid), mas compreendemos que Bruto, um dos personagens da série, buscava também sua vingaçã, principalmente por causa do estupro causado pelo capitão pátria, o que remetemos ao simples motivo ou motivação de nos questionarmos sobre o paradeiro da esposa de Bruto, afinal ela estaria morta ou apenas “mantida em cativeiro”.

The Boys e a piada em que estamos inseridos

O fato de que os heróis não nasceram definitivamente com aquelas habilidades, e que a Vough mantia uma espécie de drogas que ajudavam eles serem quem eles nasceram para ser: heróis. Tudo isso vai mudando, pois quanto mais Bruto e sua equipe encontram formas de derrotar a Vough, mais os heróis vão continuando a fazerem coisas estapafúrdicas como machismo por parte do herói Profundo (Chace Crawford), que teria feito algo indevidamente com a recente heroína da Vough, Luz- Estrela (Erin Moriarty).

A morte do herói Translúcido causada por Hughie, teve uma carga suspensiva, medonha e violenta, o que trouxe para a primeira temporada, um pouco mais de objetividade na história.

Além de todas as coisas medonhas que vão acontecendo, outras coisas são absorvidas como a existência de outros tipos de heróis mas que seria apenas os “ Super-Vilões” ou “ Terroristas”, que é mais explorado na segunda temporada. Bruto e seus amigos raptam uma super-terrorista (muda), que tem o poder de matar quem a deixa irritada, nervosa e as consequências são as mais violentas possíveis. O seu nome é Kumiko, e aplaudo muito sobre como a maquiagem da série combina com o que está sendo passado, pois na primeira temporada, a sua aparência se parecia muito com alguns longa-metragens de terror japoneses e estrangeiros, e já na segunda temporada, a personagem já está um pouco mais saudável.

O relacionamento entre Capitão pátria e Stillwell se torna algo que imaginariamos no que iria acontecer, certamente pela exautão que o casal expõem nos exageros violentos, já que um ou outro conseguiria recolocar o que, devidamente era prevista de acontecer .

A rainha Maeve é uma das heroínas mais carismática e poderosas de todos os heróis, até digo que sua força vem do que ela guarda pra si, suas dúvidas amorosas, e talvez um trauma, quando ela e capitão Pátria causaram na morte de 126 civis em um avião, que não quiseram ajudar, e isso foi o momento de bastante drama, exaustão emotiva da personagem e até mesmo o ódio por Capitão Pátria.

Francês ( Tomer capon), que foi grande amigo de Bruto no passado, quando ambos trabalhavam juntos num grupo, os dois personagens tem uma certa química, já que a série é presada pelo exagero trash, violento e ameaçador.

Tudo isso começa a mudar quando Hughie e Luz Estrela começam a ter um relacionamento, e ao fato de ver a personagem Robbin sempre em sua frente motivou Hughie a sair daquele momento exaustivo que estava contaminando-o.

Resumo | The Boys - 1ª Temporada (Original Prime Video) - Entreter-se

O Pentágono classifica o composto-V como uma substância controlada e lista Os Rapazes como fugitivos, enquanto Annie confronta sua mãe. Vought nega o retorno de Profundo aos Sete, causando-lhe um colapso emocional. Um Trem-Bala machucado, irritado por ter discriminado racialmente fora do traje, se recupera com Composto-V. Bruto leva Hughie a Mallory, que se recusa a participar, mas os informa sobre Stillwell e avisa Hughie sobre o desejo de Bruto por vingança. Hughie sai para pedir a ajuda de Annie, mas ela se recusa por desconfiança. Maeve se abre e pede que Luz-Estrela seja ela mesma novamente. Capitão Pátria confessa em particular a Stillwell que ele secretamente fez os super-terroristas, e eles fazem sexo. Em um local escondido, Hughie ajuda Francês e Leitinho a libertar Kimiko. Luz-Estrela os resgata, quando Trem-Bala chega, ela e Hughie lutam com ele até que o velocista sofra um ataque cardíaco. Hughie aplica RCP, mas Luz-Estrela assume o controle para que ele possa escapar. Bruto toma Stillwell como refém e a amarra a explosivos para atrair o Capitão Pátria. Depois de revelar que torturou Vogelbaum pela verdade sobre Becca, Capitão Pátria mata Stillwell. Capitão Pátria salva Bruto de sua explosão suicida e mostra onde Becca tem secretamente criado o filho de Capitão Pátria, para surpresa de Bruto e Becca. 

The Boys: resumo das temporadas e os principais personagens - Aficionados

A primeira temporada de The Boys é violenta, causa pavor, ódio, mas as atuações dos protagonistas, e antagonistas são dignas de prêmios.

Nota: 8,4

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As Excluídas (Lembranças de um Colegial) // ( Outcasts, 2017

Filme As Excluídas | CineDica

Filmes que são feitos tendem a ser entediantes, mas não só pela sua construção literal e narrativa, mas por sempre levar e revelar os mesmos clichés em um gênero cinematográfico tão saturado como a comédia adolescente. Algo que percebi assistindo Outcasts ou As excluídas, escrito por DominMartin- Ferrari e Suzanne Wrubel e dirigido por Peter Hutchings.

O fato é que essas histórias ou essas narrativas seguem sempre um mesmo lado “A previsão”, porém o filme não só é problemático no roteiro de Suzanne Wrubel, como a direção não consegue envolver: piadas ridículas, referências não lineares, e o pior de tudo: nenhum fundamento narrativo. Eu tinha assistido pequena parte do longa em 2018, mas não conseguir terminar, pois a história é clichê, e mesmo não tendo assistido naquele tempo, o momento era outro, mas apesar de não ser tão rico em absolutamente nada, o filme lhe ensinará grandes coisas, ou pelo menos tentou isso.

A premissa conta a história de duas amigas nerds Jodi Schellenberger (Victoria Justice), conhecida pela sitcom Zoey 101, da Nickelodeon e Brilhante Vitória, e sua amiga Mindy Lipschitz (Eden Sher), que são melhores amigas desde sempre, e que cada um têm seus objetivos de vida, mas vivem sendo excluídas em sua escola, não tendo nenhum convívio social ou relacionamento, sempre sendo humilhadas pelas patricinhas da escola, Whitney Bennett ( Cláudia Lee), e o seu grupo, e decidem buscar sua vingança criando um grupo com todos os excluídos da escola e destruir então as patricinha, mas principalmente Whitney.

Filmes que são feitos tendem a ser entediantes, mas não só pela sua construção literal e narrativa, mas por sempre levar e revelar os mesmos clichés em um gênero cinematográfico tão saturado como a comédia adolescente. Algo que percebi assistindo Outcasts ou As excluídas, escrito por DominMartin- Ferrari e Suzanne Wrubel e dirigido por Peter Hutchings.

O fato é que essas histórias ou essas narrativas seguem sempre um mesmo lado “A previsão”, porém o filme não só é problemático no roteiro de Suzanne Wrubel, como a direção não consegue envolver: piadas ridículas, referências não lineares, e o pior de tudo: nenhum fundamento narrativo. Eu tinha assistido pequena parte do longa em 2018, mas não conseguir terminar, pois a história é clichê, e mesmo não tendo assistido naquele tempo, o momento era outro, mas apesar de não ser tão rico em absolutamente nada, o filme lhe ensinará grandes coisas, ou pelo menos tentou isso.

A premissa conta a história de duas amigas nerds Jodi Schellenberger (Victoria Justice), conhecida pela sitcom Zoey 101, da Nickelodeon e Brilhante Vitória, e sua amiga Mindy Lipschitz (Eden Sher), que são melhores amigas desde sempre, e que cada um têm seus objetivos de vida, mas vivem sendo excluídas em sua escola, não tendo nenhum convívio social ou relacionamento, sempre sendo humilhadas pelas patricinhas da escola, Whitney Bennett ( Cláudia Lee), e o seu grupo, e decidem buscar sua vingança criando um grupo com todos os excluídos da escola e destruir então as patricinha, mas principalmente Whitney.

Quase Tudo 3: Musicas, Filmes, Vídeos, Futebol e etc.: FILMES: AS EXCLUÍDAS  (2017)

O filme começa apresentando as personagens, seus objetivos e o objetivo do filme no que as amigas querem. O fato que um era vista como lésbica, outra a cientista, e que ninguém queria saber sobre elas não deixou o meu interesse pelo filme , e o diretor Peter Hutchings, com apenas 10 longas-metragem, não mostrou-se capaz no projeto, colocando cenas óbvias demais, atitudes e atuações livres e nenhum objetivo narrativo, pois nada na história têm sentido.

FILME] As excluídas (The Outcasts), 2017 - Tudo que motiva

Um motivo que ainda continuei o filme foi ter visto mais um filme de uma atriz que eu adoro e talvez você que esteja lendo isso pode dar uma chance: Peyton List Roy, que ficou mesmo conhecida na sua interpretação na série de 2018 de Cobra Kai, interpretando a antagonista Tory, mas aqui ela têm uma personagem abaixo do que imaginaríamos que iria ser, já que ela usa e abusa da maldade de uma patricinha perturbada pela ironidade do que o ensino médio propõe aos estudantes: a rebeldia e o caos.

DEMOREI, MAS EU VI! | As Excluídas, onde o esquisito pode ser incrível!  Nerdtrip

Quando Jodi e Mindy, depois de criar e exercer o cargo no grupo, as coisas começam a ficar cada vez embaraçosas, pois ambas percebem que quando você está no poder, tudo pode dar errado, e isso é uma das únicas coisas do filme que “funciona”, mas a qiestão é que não é bem executada, diferentemente do clássico da comédia, “Garotas Malvadas”, do diretor Mark Waters, de 2005. O lance não é o resumo do problema, ou seja, garotas populares vs garotas nerds ou não populares, mas é que esse gênero ou sub-gênero da comédia é sempre a mesma coisa, as mesmas personagens, as mesma atitudes e PIOR: sempre o mesmo final.

Amiga Da Leitora: [Filme] As Excluídas - @NetflixBrasil

Jodi, que ao se relacionar com Dave (Avan Jogia), conhecido pelos filmes Shaft, do diretor Tim Story;  E o Afogamento(2016), o resultado é agradavelmente, já que haveria um problema por que seus pais iriam se casar, mas que as circunstâncias não seriam adquiridos nesse sentido, já que no final tudo se resolveria, já que também, as amigas brigariam ( DESFECHO CLICHÊ ESTERIOTPADO), mas que todos deveriam entender as motivações das personagens.

O uso de planos (Médios e longos), e utilização de movimentos clichês de câmeras nada funcionais, deixaram o filme cada vez mais previsível.

As Excluídas( Lembranças de um Colegial é uma mistura muito louca dos filmes mais engraçados da sessão da tarde, mas não chega nem perto.

O filme começa apresentando as personagens, seus objetivos e o objetivo do filme no que as amigas querem. O fato que um era vista como lésbica, outra a cientista, e que ninguém queria saber sobre elas não deixou o meu interesse pelo filme , e o diretor Peter Hutchings, com apenas 10 longas-metragem, não mostrou-se capaz no projeto, colocando cenas óbvias demais, atitudes e atuações livres e nenhum objetivo narrativo, pois nada na história têm sentido.

Um motivo que ainda continuei o filme foi ter visto mais um filme de uma atriz que eu adoro e talvez você que esteja lendo isso pode dar uma chance: Peyton List Roy, que ficou mesmo conhecida na sua interpretação na série de 2018 de Cobra Kai, interpretando a antagonista Tory, mas aqui ela têm uma personagem abaixo do que imaginaríamos que iria ser, já que ela usa e abusa da maldade de uma patricinha perturbada pela ironidade do que o ensino médio propõe aos estudantes: a rebeldia e o caos.

As Excluídas - 18 de Abril de 2017 | Filmow

Quando Jodi e Mindy, depois de criar e exercer o cargo no grupo, as coisas começam a ficar cada vez embaraçosas, pois ambas percebem que quando você está no poder, tudo pode dar errado, e isso é uma das únicas coisas do filme que “funciona”, mas a qiestão é que não é bem executada, diferentemente do clássico da comédia, “Garotas Malvadas”, do diretor Mark Waters, de 2005. O lance não é o resumo do problema, ou seja, garotas populares vs garotas nerds ou não populares, mas é que esse gênero ou sub-gênero da comédia é sempre a mesma coisa, as mesmas personagens, as mesma atitudes e PIOR: sempre o mesmo final.

Jodi, que ao se relacionar com Dave (Avan Jogia), conhecido pelos filmes Shaft, do diretor Tim Story;  E o Afogamento(2016), o resultado é agradavelmente, já que haveria um problema por que seus pais iriam se casar, mas que as circunstâncias não seriam adquiridos nesse sentido, já que no final tudo se resolveria, já que também, as amigas brigariam ( DESFECHO CLICHÊ ESTERIOTPADO), mas que todos deveriam entender as motivações das personagens.

O uso de planos (Médios e longos), e utilização de movimentos clichês de câmeras nada funcionais, deixaram o filme cada vez mais previsível.

As Excluídas( Lembranças de um Colegial é uma mistura muito louca dos filmes mais engraçados da sessão da tarde, mas não chega nem perto.

Avaliação: 0.5 de 5.

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O Céu da Meia-Noite (The Midnight Sky)| Crítica

The Midnight Sky - Wikipedia

Uma das experiências mais revigorantes e importantes do cinema é ver cineastras novos e não tão novos entregarem um filme, e dentro da história terem ótimos ensinamentos. Apesar que isso seja único e inovador para os cinéfilos, e cineastras, George Clooney sempre nos entrega um filme ali e aqui com esse sabor.

O diretor e ator norte-americano nos entrega um daquelas experiências sutis ao atuar e dirigidir simultaneamente o filme The Midnight Sky tratando não só a sobrevivência, mas envolvendo os diversos personagens, entre eles Felicity Jones.

O filme é baseado na obra chamada Good Morning, Midnight: A Novel da autora Lily Brooks Dalton.

George Clooney's The Midnight Sky Could Bring Netflix to the Oscars |  IndieWire

A premissa conta a história de Augustine (George Clooney), um cientista com doença terminal que decide ficar na Terra enquanto a humanidade abandona o planeta evitando um caos maior, num risco radioativo. Enquanto isso, Augustine se depara com duas surpresas: a presença de uma criança em seu local de trabalho; e um grupo de astronautas que vão e irão necessitar de sua ajuda para salvar a Terra.

The Midnight Sky's Heartbreaking Ending, Explained | CBR

Um dos grandes acertos do filme é o fato que a ficção juntamente com o roteiro e direção funcionam bem. O fato que um personagem tem uma missão trazendo uma sensação cinematográfico muito genial ao fato de não ter problemas com a própria direção de George Clooney.

Ambition Netflix Sci-Fi The Midnight Sky George Clooney Director A-List –  Deadline

O problema do filme está nos arcos de alguns personagens que não conseguem transparecer suas motivações, mas, também o problema maior do filme, na minha humilde opinião, o ritmo e o tédio das coisas que acontecem dentro do longa, tanto pelo segundo ato.

A atuação de George Clooney é tão quanto mediana, mas não necessariamente ruim. O seu personagem permite que você preste atenção a cada motivação dos demais personagens, planos medianos e o uso da técnica de Miss Em Scene .

George Clooney's The Midnight Sky: 10 Hidden Details Fans Missed

A crítica por trás do roteiro é simples, sempre dando alerta as mudanças climáticas, mas também pelo fato de nós próprios ter que cuidar mais da terra, algo totalmente ironizado por algumas pessoas.

O filme passa pelo ano de 2049, e a nave Aerther através do universo para coletar as provas do planeta k-23; perto de Jupiter, seria habitável, já que a Terra sofreria um grande colapso e é o que acontece e o longa chama de O Grande Evento.

George Clooney's The Midnight Sky: 10 Hidden Details Fans Missed

O Céu da Meia-Noite fala sobre isolamento, solidão e como o que fazer quando tudo deu tão errado que a única coisa que sobra é a esperança, e usa essa grande catástrofe para contar a história dessas pessoa.

Nota: 6,5

Avaliação: 4 de 5.
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Tudo bem no Natal que vem – Critica

Tudo Bem no Natal que Vem: Críticas AdoroCinema

Já em clima natalino, a Netflix lançou globalmente nesta quinta-feira (3) o novo filme protagonizado por Leandro Hassum, Tudo Bem no Natal que Vem. Apesar de tratar-se de uma comédia, o espectador pode se surpreender com momentos de drama e reflexão. A trama conta a história de Jorge (Leandro Hassum).

Jorge ( Leandro Hassum), um homem casado, com dois filhos e vive felizes mas nada humorado com o Natal. Sempre enfurecido pelo natal e por que seu aniversário é no mesma data, sua vida começa a mudar quando um homem joga um feitico nele, e meio que coisas ou um Loop natalino acontece em datas diferentes do natal a partir do ano de 2011, sempre piorando as coisas em sua vida, tendo que faça com que ele goste do natal.

Tudo Bem no Natal que Vem: Hassum se prepara para a estreia de novo filme  da Netflix - Acontece Curitiba


Seu papel é completamente esteriotipado pelo clichês do gênero de comédia brasileira, com muitos problemas no roteiro, mas que não incomoda muito, já que essa linguagem ” brasileira” se tornou mais adequada nos filmes específicos para o ator.

Crítica - "Tudo Bem no Natal Que Vem" toca com uma história simples -  Oniverso Abominável


O elenco é formigável, tendo atores que já trabalharam com Hassum como Daniela Winits no primeiro filme da franquia Até que a Sorte nos separe, Ariane Botelho , que também esteve nos filmes mencionados. Elisa Pinheiro interpreta a esposa de Jorge.
O filme vai contando os natais de formas ” rápidas” desse estilo de filmes, que já são bem clichés, principalmente pelo tipo de narrativa imposta. O filme segue um patamar imposto pelo filme Click ( 2006), estrelando o ator Adam Sandler, e considerado um dos melhores filmes do ator. Aqui você gostará do filme, assim como ele mostra uma boa evolução tanto nos aspectos físicos do filme, ou seja, como o filme reúne todas as característica por trás das subcamadas, e pelo o que está em cima dele, a maquiagem muito bem realidade por ele.

Filme natalino de Leandro Hassum para Netflix começa suas filmagens -  Notícias de cinema - AdoroCinema

A questão da traição como objetivo do drama envolvido no primeiro ato para o segundo deixa cada vez mais o filme mais fluído e bonito de se ver. No longa, encontramos como as famílias se comportam perante ao natal brasileiro, e como o personagem do Leandro Hassum se comporta com isso.
No que se diz ao projeto em si, tanto a parte da ideia assim como o plano de fundo muito estruturado para a comédia é algo mais limpo, não somente pela comédia mas a ficçaõ são bem estrututadas.
o roteiro têm criatividade, mas falta algo mais: convencer mais. O diretor Rodrigo Santucci deixou bem claro, visualmente que o filme tratava de uma fórmula filosófica para deixar bem claro o que está sendo falado: o motivo das pessoas entenderem a representação do Natal.
A questão que o seu loop afetou sua família e a possível morte de sua filha, interpretada pela atriz Ariane Botelho descobrindo um câncer de mamas é o momento mais dramático/ triste da história, mas que fez totalmente o sentido.
A atriz Daniela Winitz fez o papel da amante de Jorge ( Leandro Hassum), mas vejo que ela foi uma fonte e conexão da morte aparudamente coordernada, e nos fez lembrar naquele filme do Adam Sandler, pois lá, a morte era o ator Christopher Walken, assim que fez o papel do cara responsável pelo controle.

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Era Uma vez um sonho (Hillbilly Elegy,2020)

Filme

Era uma vez um sonho ou Hillbilly Elegy é um filme de drama de 2020, dirigido por Ron Howard, baseado no livro autobiográfico de J.D Vance, Memória de uma familia e uma cultura em crise.

O filme conta a história de uma família que se muda para Ohio, na esperança de viver um sonho americano com melhores oportunidades, o jovem J.D Vance ( Gabriel Barso), cresce e começa sua faculdade de direito sempre pronto em ser a esperança de sua família, tudo se desaba quando sua irmã Lindslay (Haley Bennett) liga para ele comunicando que sua mãe Bev ( Amy Adams), por ter sofrido uma overdose.

Filme

O filme explora as personagens da Glen Close ( Grandmother) e da própria Amy, que embora suas atuações sejam impecáveis, e comprovadas, mas talvez as suas personagens são caricatas demais. Não existe evolução, não tem algo novo envolvendo ambas as personagens, e quando funciona, acaba.

Filme

O diretor Ron Howard têm um autoconhecimento de dirigir filmes de Óscar, como os filmes Cocoon , Apollo 13 e Uma Mente Brilhant. O diretor consegue por meio de seu olhar crítica tratar bem o drama, enfatizando no crescimento de interpretações dos personagens.

O maior problema encontrado no filme é a falta de criatividade. Sempre gostei de adaptações, mas quando se trata de adaptar alguma coisa, o telespectador e também o crítico deve assistir algo que não mude por completo, mas o diretor ou o roteirista, principalmente o roteirista deve mudar a obra, tentar trazer algo novo, deixar de lado o óbvio, o clichê e ir fundo.

Crítica | Era uma Vez um Sonho (Ron Howard, 2020) - Plano Crítico

Amy Adams é uma das melhores atrizes da atualidade, e sua performance em filmes como Encantada (2008), Batman Vs SuperMan (2018), o essencial mostrado em sua representação dramática e suas ótimas personagens como tais. Já a personagem apresentada em Hillbily Elegy é muito forçada, pois em momentos mais “naturais”, a personagem não muda tanto a sua personalidade, e mesmo que isso não signifique, o roteiro não dá liberdade da atriz se mostrar mais.

Glenn Close está melhor, mesmo com poucos momentos de cenas, a personagem nos encanta ao longo da história, sendo sempre o ponto chave de J.D, que sempre ver o que deve “acontecer” no futuro de sua filha, sempre pecando nos quesitos técnicos da história. Acredito que sua representação só começa a dar certo quando J.D abandona de fato sua mãe, quando pequeno, sendo vítima de maus-tratos, uma educação e influência que trouxe uma revolta medonha na história.

Era Uma Vez Um Sonho | Crítica: Um filme difícil de se assistir que tenta  desesperadamente garantir indicações para suas atrizes | Arroba Nerd

O roteiro é com Vanessa Taylor, que ficou bastante conhecida em filmes como Divergente( 2014), A fórmula da Água, mas aqui ela não conseguerepetir a sua habilidade mostrada nesses filmes, principalmente na caracterização dos personagens de Glenn Close e de Amy, que são exploradas pelo drama obsessivo apresentado no longa.

Hillbily Elegy é uma obra sem graça, egoísta e sem nenhuma fluxo narrativo estragando tanto grandes atrizes e um roteiro estereotipado.

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A maldição da mansão Bly


A maldição da Mansão Bly ou The_Haunting_of_Bly_Manor, série de Tv, criada por Mike Flanagan para a Netflix. Uma série de 9 capítulos com média de 50 minutos de duração partindo da obra literária de Henry James, The Turn of the Screw (A hora do Parafuso), de 1898. É a segunda temporada da série, também da Netflix, que fez um grande sucesso também, The Haunting of Hill House ou A maldição da residência Hill, iniciada em 2018.

A Maldição da Mansão Bly spoilers final


Por via das dúvidas, as duas série não se conectam no sentido de que uma não depende da outra. A produção e roteiro da série têm como tratar sobre o assunto das histórias de mansões assombradas. A história conta quando a jovem governanta, Danielle( Victoria Pedretti), contratada por um homem, Henry Winfrey ( Henry Thomas) para cuidar de seus sobrinhos, Miles (Benjamin Evan Ainsworth), e Flora (Amelie Bea Smith) na Mansão Bly, ao lado de um cozinheiro, Owen (Rahul Kohli), Hannah (T’Nia Miller), e a mulher responsável pelo campo, Jamie ( Amélia Eve).
O diretor Mike Flanagan dirigiu filmes importantíssimo como Doutor Sono ( 2019), A morte Ouve (2016),Ouija II (2016), e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2016).
The Haunting of Bly Manor tem uma classificação de 88% com base em 92 comentários, com uma classificação média de 7.3/10. O consenso dos críticos diz: “Pode não ser tão assustador quanto seu antecessor, mas com muitos truques assustadores dentro de seus corredores assombrados e um forte senso de coração, The Haunting of Bly Manor é outra entrada sólida na crescente horrorografia de Mike Flanagan.
A série acontece várias coisas, e foi intensa demais, mas talvez a intensidade corresponda a uma certa lógica, foi necessária. Bly manor conseguiu irritar, e ao mesmo conquistar fãs, tanto pela sua narrativa, pela forma de contar a sua história.
No começo de tudo, vemos sempre Dani amedrontada com certas visões de que um mal estaria ali como propósitos, e que seria discutido, já que seu falecido noivo teria sido morto a sua frente, logo depois de uma discussão de relacionamentos, provocado por um ônibus. E sempre ela ver esse imagem perturbando-a, causando uma certa facilidade.
A série volta em pontos que já estão fechados, mas correspondem ao tipo de comunicação que necessita voltar, talvez para ter certeza de que aqueles pontos deveriam ter sido fechados.
Os personagens são bem trabalhos tanto no drama, na empatia de uns e como na dramatização de outros. Os personagens que estariam mortos, Peter Quint ( Oliver Jackson- cohen), que teria feito um belíssimo filme The Invisible Man , ele está mais uma vez nos tratando um personagem ou antagonista medonho, carismático e egoísta. As protagonista vivida por Dani está repentidamente apropriada sendo sempre ironizada pelo medo das consequências, e talvez o seu segredo possibilite de que faça o mesmo.

Hanna (T’Nia Miller), Também consegue fazer um belíssimo papel, levando sempre o drama satírico, ou seja o suspense imposto, de que muito é discutido, tendo sempre a desconfinça de tudo.
Owen, o cozinheiro está sempre seguro, mas quando as coisas saem do controle, a sua imposição já não é a mesma. Jamie é controladora, ou seja consegue se comover com as situações, e mesmo quando perde o controle, o que não é raro, ela conquista o coração de quem a assiste.
A personagem vivida por Rebeca (Tahirah Sharif) consegue, também, encantar o público com sua carisma, encantamento e pela sua personagem, mesmo morta, você pensa que ela está viva e que aquilo que está sendo visto é apenas ” o momento”.
A personagem ” A dama do lago” passa uma coisa muito importante: Ela morreu, mas continua a assustar de quem tenta impedi-la de levar as pessoas para o lago, e talvez seria isso todo o propósito de levar a sua filhinha para onde seria o seu lugar.
Bly manor é enrolada mas talvez essa enrolação seja justificável.

Avaliação: 5 de 5.
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A Órfã

Dica de Filme: A Orfã

A órfã  ou The Orphan é um filme de mistério, drama aterrorizante e Thriller de 2009, com direção de Jaume Collet-Serra, diretor dos filmes A casa de Cera, de 2005, Gol 2 – Vivendo um sonho, de 2008 e escrito po Alex Mace, sendo distribuído pela Warner Bros Studios. O filme conta a história de uma família que adota uma criança, a jovem Esther (Isabelle Fullman). em um orfanato católico chamado San Mariana, Após ser adotada, os pais Kate (Vera Farmiga) e John (Peter Sarsgaard), que também tinham seus outros filhos, a surda Max ( Aryana Engineer) e o irmão Daniel ( Jimmy Bennett). O filme que foi produzido por Leonardo DiCaprio, Susan Downey, Jennifer Davinsson Killoran (A garota da capa vermelha,2011), e Joel Silver (Máquina Mortífera, Matrix e Duro de Matar).

A trama se desenvolve após a jovem Esther ter demonstrado certos comportamentos agressivos causando dúvidas no que ela realmente é. A primeira vítima que Ester machuca é a aluna de sua sala, no Playground. Com isso, a mãe começa a perceber mais cedo, sempre motivando-se e pesquisando sobre os paradeiros.

Contudo, o filme é muito limpo na fotografia e na edição ( montagem e edição), sendo que em algumas cenas, como por exemplo a cena da morte da Freira ( CCH Powder) , toda a motivação, e o roteiro ajudam muito nesse sentido, usando planos medianos e um pouco fechados conservando sempre na tensão e a polêmica nas cenas a seguirem. Pouco mais tarde, vítimas começam a perceberem que a criança quieta e tímida não se passava de uma adulta, que vivera num hospital psiquiátrico, e que seguia sempre um caminho a trilha matando e abusando a família deixando somente uma figura masculina para último, como dizem os relatos pesquisados por Kate.

Ao descobrirmos tantas e tantas vezes no filme é que Esther, na verdade é Leena Klammer, um jovem de trinta ou quarenta anos. Na cena, após Esther se torna Lenna Klammer, drogando John, e vestindo uma roupa apertada para toma-lo e mata-lo.Zangada e com bastante ódio, Leena mata John com milhares de facadas em seu peito. É quando Max percebe a morte de seu pai e quando Kate chega na casa. Kate consegue impedir causando uma tremenda de uma ótima cena no terceiro ato. Porém, decisivamente quem consegue matar Esther é a filha do casal, Max.

O filme estreou em 4º lugar na bilheteria para sua semana de estreia, arrecadando 12 770 000 dólares no total, atrás de G-ForceHarry Potter and the Half-Blood Prince e The Ugly Truth. O filme arrecadou no total 78 337 373 de dólares.

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Verdade ou desafio – Crítica

Verdade ou desafio, filme norte-americano de terror/suspense, lançado em 2018, dirigido por  Jeff Wadlow  com roteiro dele, Michael Reisz, Jillian Jacobs e Chris Roach. O filme conta a participação da atriz Lucy Hale, de Pretty little liars, Tyler Posey, de Teen Wolf, Violet Beane, de The Flash, Hayden Szeto . O filme me chamou muito a atenção sob a questão daquele terror meia boca, mas com certos conceitos como não jogue com estranhos ou aonde você consegue ir jogando com algo que você não conhece ?.

Uma produção da produtora Blumhouse Pictures, aquela produtora de filmes de terror de baixo orçamento, do californiano Jason Blum, que trouxe um filme repleto de realizações províveis daquele tipo de terror baseado em acampamentos, como ideia central.

Olivia, Lucas e um grupo de amigos viajam ao México como uma despedida antes da formatura. Lá, um estranho convence um dos estudantes a jogar um aparentemente inofensivo jogo de verdade ou desafio com os outros. Ao começar, o jogo desperta algo maligno – um demônio que força os amigos a compartilharem segredos sombrios e confrontarem seus medos mais profundos. A regra é simples, porém cruel: fale a verdade ou morra, faça o desafio ou morra, e se parar de jogar, também morre.

O design de produção e de arte de Melanie Jones foi intensamente colocado em vistas do

CRÍTICA | Verdade ou Desafio

sofrimento dos jovens durante ao filme. O sorriso marcante no filme, os efeitos digitais e até os cortes preciso, mesmo que alguns com exageros mostrou ser um projeto dramático como suspense e não terror.

A ideia de trazer aquela entidade maligna como forma de assustar os jovens como meio de entregar os seus segredos mais obscuros e desejos impróprios foi um acréscimo ou talvez um bom ponto para deixar o filme mais cativante, mais impressionante e ao mesmo tempo com esse teor mais suspensivo. O filme entrega uma demanda nova, que apesar de ter seus pontos negativos no desenvolvimento do terceiro ato trazendo certas dúvidas de uma das personagens ( Olívia), que no início da trama mostrava-se e mostrou aquela personagem segura, mas ao desenvolver da trama, coerentes e responsável, mas que percebendo nas consequências a personagem perde muitas instabilidades emocionais dentro desse filme.

O filme é muito bom, traz um roteiro repleto de técnicas de fotografias , planos e excelente performance dos produtores.

Nota: 6,0

Avaliação: 4 de 5.

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A barraca do beijo 2 – Crítica

A barraca do beijo,ou the kissing booth 2, filme dirigido e escrito por  Vince Marcello, que conta a história da menina chamada Elly, que passa por diversas mudanças provocadas no primeiro filme com o namoro com Noah Flynn(Jacob Elordi), irmão do seu melhor amigo Lee Flyn( Joel Courtney). Neste segundo filme, o roteiro se pendurou muito nas próximas aventuras de Lee e Elly que ambos, estão passando por essas mudanças. Elly está em um relacionamento a distância com Noah . Lee está tendo problemas de relacionamentos com Rachel, namorada que teria conhecido na barraca do beijo no primeiro filme.

A Barraca do Beijo 2 - Filme 2020 - AdoroCinema
The kissing booth 2

O filme começa de uma forma legal, apresentando as fotos, as histórias que aconteceram depois do baile quando Noah disse sobre seus sentimentos para Elly. O roteiro estava definidamente agradável, respeitando todos esses elementos que o primeiro colocava, o enquadramento estava legal, com algumas atuações principalmente do personagem de Noah(Jacob Elordi). Sua representatividade era algo que, por consequência do primeiro filme foi algo que não se resolveu. Os clichés do primeiro filme até diminuíram como o machismo existente, porém ainda estava lá. A presença de personagens novos impactaram e deixaram a história mais adequada ou talvez menos chatas. O personagem Marco(Taylor Zakhar Perez), um personagem que atribui sendo aparentemente bonito, sentimentos legais até para as devidas características desse personagem, o que acaba que você acaba tendo uma harmonia com esse personagem ignorando a originalidade do que o filme pretende com tal informação. Piadas sem graças e sem clima durante todo o desenvolver da comédia.

O que parece ser algo definido pela direção/roteiro de Vince Marcello, impossiblitando os próprios clichés que esse tipo de trabalho audiovisual/cinematográfico pode apresentar constituindo a caracterizações desses próprios personagens como um

A Barraca do Beijo 3 na Neflix, Data de estreia, enredo e Mais

desaproveitamento de cada personagem; a base que cada um se comporta com determinada situação, a inveja ou ciúmes de outros, e a confusão no roteiro querendo manter uma história sendo imprópria e ao mesmo tempo confusa durante o filme.

O que não deu para cair bem nessa sequência é o próprio roteiro do filme que se torna chato quando as confusões com Elle vai acabando se tornando, sem sobra de dúvida ” confuso”. Aos novos personagens e instilados temas como, por exemplo a competição de dança ou talvez quando um personagem quebra algumas regras como Elly e Lee, criando uma confusão ou briga.

Barraca do beijo 2 deu certo para o que se colocou para dar,mas tendo um olhar crítico, filme de Vince Marcello NÃO PASSA DE UMA CONFUSÃO ATRÁS DA OUTRA E OS NOVOS PERSONAGENS SÓ TORNARAM O FILME MAIS INADEQUADO APESAR DAS BOAS COISAS QUE O FILME TENTOU TRAZER .

Avaliação: 0.5 de 5.

Nota : 3,0

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O homem invisível – crítica

The Invisible Man  (O Homem Invisível) é um filme estadunidense de 2020, do gênero ficção científica e terror, escrito e dirigido por Leigh WhannellElisabeth Moss estrela o filme.

O Homem Invisível - Filme 2020 - AdoroCinema

O filme traz temas específico visto de um ponto de vista a respeito que precisam ser quebrados: a mulher deve estar com quem ela quer estar, e quando sofre abusos físicos , sexuais, ela deve sair fora, ou denunciando, mesmo que seja difícil. Elizabeth Moss está muito bem nesse filme, pois seu desenvolvimento como mulher , mesmo desesperador traz uma forma feminista de pensar: o homem pode me matar.

O desenvolvimento de um novo filme baseado no livro de HG Wells ,de 1897, começou em 2006. O projeto foi revivido como parte do universo cinematográfico compartilhado da Universal em 2016, destinado a consistir em seus monstros clássicos, com Johnny Depp anexado para estrelar o filme. papel do título. Depois que o The Mummy foi lançado em 2017 por falha crítica e retorno financeiro, o desenvolvimento foi interrompido em todos os projetos. No início de 2019, o estúdio mudou seus planos de um universo serializado para filmes baseados em histórias individualizadas e o projeto reentrou no desenvolvimento. A fotografia principal durou de julho a setembro de 2019 em Sydney , Austrália.

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É muito importante ter filmes clássicos visto em novas perspectivas, dando tanto valor a uma nova história, mas também a novos personagens, quebrando paradigmas conceituados no meio social no qual vivemos, não somente em relação ao conceito do abuso, mas das consequências que muitas pessoas ignoram.

O filme recebeu muitas críticas positivas, principalmente pela exemplar atuação da atriz Elizabeth Moss, que interpretou muito bem a personagem, e um ponto que eu gosto nos filmes de ficção é o desempenho do personagem na trama .

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Os 10 Melhores Filmes da Blumhouse | CinePOP

A produção de Jason Blum é algo magnífico, que irá produzir Halloween Kills, seus projetos ou seus trabalhos são excelentes trazendo sua própria produtora independente Blumhouse Studios, a típica produtora dos filmes de terror de baixo orçamento. Subdividida em cinco parte: Haunted Movies, BH Tilt, Blumhouse International ,Blumhouse Television ,Blumhouse Books.

A combinação de sustos com “uma narrativa inteligente sobre como as pessoas podem ser manipuladas e abusadas em relacionamentos prejudiciais” faturando US$128 milhões em um orçamento de apenas US$7 milhões.

O Homem Invisível”, filme com Elisabeth Moss, ganha novo trailer tenso

O filme conta a história Cecília Cee, que está em abusivo relacionamento com o cientista Griffin (Oliver Jackson Cohen). Cee foge da casa dele, onde entra uma trilha sonoro estrondosa ciando um clima de suspense, violento e abusivo (minutos iniciais do filme). Ela consegue fugir, e fica hospedada na casa do policial James Lanier ( Aldis Hodge), e com a filha dele Sidney (Storm Reid). Talvez ele teria morrido sendo motivado a se suicidar, mas será que ele estaria morto de verdade?

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A dramatização da personagem deixa ainda mais a história cativante, mesmo quando ela parece que ver coisas, pensando e percebendo que seu namorado, pode se dizer assim, estava de volta, mas como? É aí que as coisas começam a ficar mais complicadas. Griffin estava lá, e buscava continuar seu abuso e machucar quem for impedir.  

A notícia que seu ex se matou e o testamento deixava US$5 milhões para ela na condição de Cecilia não ser considerada mental ou fisicamente incapaz. É aí que o personagem O homem invisível aparece sendo impressível ter uma verdadeira imagem ou não mostrando-se mais perigoso sendo invisível capaz de provocar grandes mortes.

Filmes dirigidos por David S. Goyer * Melhores Filmes

O desenvolvimento de um novo filme de O Homem Invisível começou já em 2006, quando David S. Goyer foi contratado para escrever o roteiro.

Goyer permaneceu ligado ao projeto ainda em 2011, com pouco ou nenhum desenvolvimento adicional no filme. Em fevereiro de 2016, o projeto foi revivido com Johnny Depp como personagem titular e Ed Solomon escrevendo o roteiro.

Foi revelado como parte de um universo cinematográfico planejado ,com a reinicialização moderna da Universal Pictures de seus monstros clássicos. A futura série de filmes estava marcada para começar em 2017 com The Mummy ,estrelado por Tom Cruise ,Sofia Boutella e Russell Crowe , seguido por um remake de The Bride of Frankenstein em 2019. Uma imagem divulgada em maio de 2017 de Depp com Cruise, Boutella, Crowe e Javier Bardem ,que foi escalado para interpretar o monstro de Frankenstein ,anunciou esse mundo compartilhado como o Universo das Trevas . O diretor da Mummy ,Alex Kurtzman, afirmou que os fãs devem esperar pelo menos um filme por ano da série. No entanto, uma vez que The Mummy foi lançado para recepção crítica negativa e retornos de bilheteria considerados insuficientes pelo estúdio, foram feitas alterações no Universo das Trevas para se concentrar na narrativa individual e se afastar do conceito de universo compartilhado.

A fotografia principal começou em 16 de julho de 2019 e terminou em 17 de setembro de 2019 em Sydney, na Austrália.

Em 22 de fevereiro de 2020, durante uma entrevista ao ReelBlend Podcast da Cinemablend, Whannell afirmou que o filme nunca foi planejado para fazer parte de qualquer universo cinematográfico, incluindo o Universo das Trevas

“Foi estranho, este filme surgiu de uma maneira realmente aleatória. Não era como se eu estivesse conectado a algum tipo de construção do mundo. Acabei de terminar o Upgrade , eles me chamaram para uma reunião com alguns desses executivos da Universal e da Blumhouse (…) Eu vou a essa reunião e eles realmente não conversaram sobre o Upgrade . Eles disseram que gostaram e seguiram em frente. Então, eu estou sentado neste sofá pensando: ‘Para que eu estou aqui? esta reunião? E eles começaram a falar sobre o homem invisível”.

O filme é uma forma, artística até de dizer que um relacionamento pode ter seus baixos, mas você precisar tomar uma inicitiva, caso que isso traga-lhe dores ou até sua morte, e podendo perceber que é um problema gravíssimo : feminicídio- muitas pessoas devem perceber que precisam denunciar , pois tudo isso apresentada no filme: de uma forma histórica e psicológica acontece de verdade.

Benjamin Wallfisch compôs a música para o filme,Back Lot Music lançou a trilha sonora.

Em 31 de maio de 2020, The Invisible Man faturou US $ 66,7 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US $ 61,8 milhões em outros territórios, totalizando US $ 128,5 milhões em todo o mundo.[25][26]

Nos Estados Unidos e no Canadá, o filme foi projetado para arrecadar de US $ 24 a 30 milhões de 3.610 cinemas em seu fim de semana de estreia.Ele faturou US $ 9,8 milhões em seu primeiro dia, incluindo US $ 1,65 milhão nas visualizações de quinta à noite. O filme estreou com US $ 28,9 milhões, superando as bilheterias.O filme faturou US $ 15,1 milhões em seu segundo final de semana (queda de 46%) e, em seguida, US $ 5,9 milhões em seu terceiro fim de semana. No quarto fim de semana do filme, devido aos fechamentos de teatro de massa em todo o país causados ​​pela pandemia de COVID-19 ,ele faturou US $ 64.000 em 111 locais, a maioria drive-ins.

Avaliação: 5 de 5.

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A morte te dá parabéns I e II – Crítica

De repente, você é assassinada no seu aniversário, mas você acaba morrendo, e quando percebe, você acorda. Mas será que você vai aguentar fazer isso por muito tempo?

A morte te dá parabéns ( Dir:Christopher B. Landon), é assim – uma mulher, aluna de Enfermagem ou medicina, Tree ( Jéssica Rothe), acaba de fazer seus anos de vida, parece ser 21 anos, acaba morrendo em seu aniversário, mas parece que ela acorda de novo e têm que indo descobrindo o motivo do devido ocorrido, justificado no segundo filme, pelo fato de Ryan( Phi Vu), ter criado um projeto cientifico que muda o tempo/espaço, juntamente com seus colegas Dre( Sarah Yarkin) e Samar Gosh(Suraj Sharma).

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A diferença entre os dois filmes são as mudanças dos protagonistas principais, que no primeiro filme , foi a vez de Tree, passando pelo mesmo ataque de formas diferentes, caracterizando sempre em sua morte. Filmes como esse como: Nu: 2017- dir: Michael Tiddes.

Existem vários motivos científicos, que mesmo com alguns clichés próprios dos filmes, que fazem com que a trama continue sendo engraçada, mesmo questionando, também , sobre os esteriótipos desses filmes de slashers, mas acreditamos ser um filme de terrir, um terror com um intuito de ser ou colocar um pouco de comédia dentro da trama do terror.

Começando pelo primeiro filme, na vinheta da universal faz o jogo do próprio filme, repetindo duas vezes, o que faz muito com filmes como : Bohemian Rhapsody(2018) e outros filmes, pois dar uma forma coerente de dizer muito sobre a produção.

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No primeiro filme se diz muito do que se tratava as mortes provocada pela sua colega de quarto, Lori Splenger (Ruby Wylder Rivera Modine), que sempre entregava um bolo, que neste estava envenenado. Lori manipulou a todos e por todos mas estava lá escondida, como uma personagem neutra, e mesmo que alguns momentos pareçam que a personagem pareça fraca,indispensável , faz uma alegoria a uma novo tipo de terror que deu muito certo para mim.

O segundo filme tenta explicar muita das coisas do primeiro, como flashbacks da franquia, o que para muitos nem é considerado uma grande franquia assim, mas talvez penso de que é uma ótima coleção desse novo terror, e mesmo que pareça ter error medonhos, bizarros e até insuportáveis, deu certo. Com uma bilheteria nessa continuação de  64,6 milhões USD, e um orçamento de 9 milhões USD (2018).

O slasher é visto muito das vezes como um cara que pretender mesmo matar somente a pessoa certa, o que não faz muito sentido, pois o serial killer mata a todos e para todos , não deixando rastros e nem nada relacionado a isso. Com uma máscara original e pouco infantil, o personagem( que pode ser qualquer um), faz alegoria de ser controlada por inúmeros ou inúmeras pessoas.

Dirigido por Christopher B. Landon, um cara de 45 anos, que dirigiu algumas coisas como PARANOIA (2007), atividade paranormal (2014). Roteirista, produtor e coo-produtor de cinema, nasceu em Los Angeles, em 1975.

O produtor Jason Blum, produziu otimos filmes como Halloween 2018, e alguns longas de terror, corra, e outros. Blum é um produtor estadunidense. Foi indicado ao Oscar de melhor filme na edição de 2018 pela realização da obra Get Out e na edição de 2015 por Whiplash.

O diretor de fotografia é por Toby oliver.

O filmes ou os dois filmes dessa sequencia é como você assistir algo da mesma forma , porém com novas informações, o que deixa a trama muito mais divertida, muito mais adequada ao projeto. Um nova informação é feita de quando, ela tem a oportunidade de rever sua mãe, como se a maquina do tempo de Ryan e seus amigos pudessem ter mudados o passado, mas revivendo o futuro naquele devido presente. Ao ter sua mãe, Tree, percebe que mudando o passado, coisas que ela conquistou como o seu namorado, Carter(Israel Broussard), que estaria com Danielle (Rachel Matthews), uma atriz que fez frozen, happy day death I,II e mulher gata.

Mudar o passado é bom, mas quando afeta o seu futuro pode ser fatal. Um bom filme.

Avaliação: 3 de 5.

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Maria e João: (Gretel & Hansel, 2020) O conto das Bruxas

Mais uma fantasia, ou mais um pesadelo? Maria e João, uma história que provavelmente você escutou quando tinha seus oito anos, quando criança. Mas, dessa vez, as coisas podem ser mais esquisitas do que o normal.

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Maria e João(Gretel & Hansel, 2020) é um filme voltado para a Maria. Normalmente, por princípios históricos, os filmes de João e Maria, e incluo João e Maria: Caçadores de Bruxas: 2013, mas Maria e João: O conto de Bruxas é um projeto mais aterrorizante. Maria ( Lilly Collins), e seu irmãozinho João(Sammy Leakey), buscando moradias, e comidas pelo bosque, acabam encontrando um casa, com muita comida, um lar quentinho, mas encontram uma senhora esquista Holda (Alice Krige). No cinema, existem várias e várias adaptações dessa história e basicamente é a mesma coisa, porém conceitos diferentes, com roteiros diferentes. Um filme dirigido por OSGOOD PERKINS (II).

Após conhecerem Holda, o que deu muito para aparecer é que Holda, parecia ser a personagem ou vilã do filme, mas quando termina de assistir percebe que há algo diferente do que a história está contando.

Maria acaba descobrindo seus truques, mas é um filme que você assiste, mas não entende muito. Sem nexo, sem conteúdo e basicamente chato. Em virtude disso, nem tanto dizendo sobre o que é feito nesses estilos do terror, me fez lembrar bastante filmes como A bruxa : 2015, talvez pela paleta escura com tons do vermelho ao preto e do preto ao verde mais escuro. Planos feitos para deixar os personagens mais a vontade na trama, mas com dúvidas quando descobre que Maria ( Lilly Collins), que acabara de descobriri seus poderes herdados de uma bruxa, mas que fazem tanto um sentimento profundo de uma analise do filme JOÃO E MARIA : CAÇADORES DE BRUXAS, sendo que naquele filmes, os personagens estavam concentrados na trama da bruxaria como um conceito de elimina-la. Já esse projeto, é mais convicto de aceita-la, toma-la pra si e tentar provar que existem lá os tipos de bruxarias, o que não faria sentido dentro da trama.

A sensação de assistir ao filme é que se tratava de um projeto de terror psicótico , mas no final parece mais um projeto simples, com uma estrutura básica e pouco do que muitos já estão falando. Apesar dessa confusão na produção, o que não foi desnecessária, vale importante lembrar que tem várias simbolias ou simbolismos.

Maria e João: O Conto das Bruxas não é uma história de terror comum. É uma história mais sombria do que assustadora, muito mais sobre uma atmosfera de medo do que sobre sustos; mais estranha e incômoda do que sangrenta. Perkins bebe de fontes como Robert EggersAlejandro Jodorowsky e Luca Guadagnino, repensando junto com eles o que define o horror enquanto gênero, em um exercício de frequente subversão. No fim das contas, não são bruxas ou fantasmas ou florestas obscuras o que de mais assustador existe nesse mundo; é a escuridão que habita em cada um de nós.

Tradicionalmente transmitido de forma oral, a versão de João e Maria imortalizada pelos irmãos Grimm foi adaptada para um público diferente — no caso, a classe média do século XIX —, em contraste com as classes mais baixas da Idade Média, entre os quais havia se originado.

Nota : 5,0

Avaliação: 1.5 de 5.
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Halloween 2018 (crítica)

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Mais uma sequência de um serial killers sádito, bruto e vingativo. Michael Myers volta de novo, e dessa vez busca vingança contra sua irmã, Laurie Strode ( Jamie Lee Curtis). Preso na penitenciária, e sendo estudado pelos jornalistas, em vistas de pesquisa sobre o assassino Michael, que acabam morrendo na metade do primeiro ato, descobrem de que Michael e Larie eram mais que irmão, o que parecia ser ímãs.

O que parece tornar a trama do filme cada vez com um suspense mais adequado em mais uma grande produção de terror de slashers.

O assassino ou Michael Myers ( Nick Castle), mostrando-se seguro em várias cenas de sua volta a cidade, onde seu principal é objetivo é continuar a matança, o que é a sua marca. O primeiro filme de Halloween, por John Carpenter, com as mesma adaptações, e o que não se discute sobre o que é melhor ou pior num clássico de terror como Halloween. O que foi legal nesse filme foi a forma como o diretor entregou as cenas , por exemplo, quando Laurie ver no mesmo lugar Michael Myers, o que ficou extremamente importantíssimo. O que aconteceu muito nos outros seis filmes, os clichés que vemos naqueles filmes, não aconteceram da mesma forma, o que fortaleceu , para muitos que gostam do gênero do terror.

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Uma das coisas mais incríveis que você encontrará , e isso é um ponto crucial nessa continuação, e não confunda com remake, Halloween (2018), não pode e nem deve ser considerado um remake, mas uma continuação de variados outros filmes de uma franquia , onde tenham que colocar uma senhora de idade, por volta dos seus 60,70 anos e enfrentar um medo de que teria arrasado anos e anos de sua vida, o que para sua filha e outros acreditaram que ela estava maluca , ou algo relacionada a esse tipo de coisa. A maioria das vezes, nos homens é impossível por questões patriarcais, ou mesmo pela própria industria não gostar desse tipo de coisa .

Sendo a décima primeira da franquia de Halloween, retomando quarenta anos após os eventos do filme original, sem levar em conta as sequência anteriores. O co-criador da série, John Carpenter, serve como compositor, produtor executivo e consultor criativo para o filme, que será distribuído pela Universal Pictures, sua primeira participação na franquia de Halloween desde o filme de 1982 Halloween III: Season of the Witch.

Após o lançamento de Halloween II de Rob Zombie, uma continuação do remake de 2007 do original, dois sucessos consecutivos entraram em desenvolvimento pela Dimension Films, ex-detentora de direitos, respectivamente, mas nenhum deles alcançou bons resultados. Como resultado, a empresa perdeu os direitos, que foram posteriormente obtidos pela Blumhouse Productions com a participação de John Carpenter. Carpenter, que não concordava com a versão do remake do principal assassino, Michael Myers, queria que o próximo filme de Halloween fosse muito mais aterrorizante do que as sequências anteriores. Os cineastas David Gordon Green e Danny McBride, que já eram fãs, propuseram sua visão para Blumhouse e Carpenter. Foi aceito e desenvolvido em uma sequência direta do original, com Jamie Lee Curtis e Nick Castle reprisando seus papéis como Laurie Strode e Michael Myers, respectivamente. Castle aparece brevemente como um meio de transição do papel para o ator e dublê James Jude Courtney, que também interpreta Michael. O filme também é estrelado por Judy Greer, Andi Matichak, Will Patton e Virginia Gardner.

Fica claro, que Halloween não é só uma regravação

Halloween 2018 - Movie Review

, não um remake, mas uma continuação. Partindo do pressuposto do filme apresentar novos e baixos clichés, e uma observação feita ao longa desse filme, e que os personagens devem estar mais consistente e conscientes de que , Michael Myers é o perigo, diferente o que , Halloween Halloween – A Noite do Terror (1978, apenas dizia que existia o perigo, mas tudo se resolveria, o que parte dos personagens ignoravam e cometia os maiores e graves erros na gravação, o que , para o expectador afirma que é um problemas provocado naqueles filmes de setenta e oitenta.

O final termina quando, Laurie, escondia sua filha num porão da casa, Karen Strode ( Judy Greer), o que provocam uma armadilha para Michael queimando-o e será mesmo que ele está morto?

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13 reason why : Temporada final

Nesta última sexta-feira ( 5 de junho), a netflix disponibilizou a última temporada de 13 reason why. 13 Reasons Why (estilizado em tela como TH1RTEEN R3ASONS WHY) é uma série de televisão americana baseada no livro Thirteen Reasons Why (2007), de Jay Asher, e adaptado por Brian Yorkey para a Netflix. Com a ultima temporada sendo altamente criticada pelo público, a quarta temporada teve seus altos e baixos, mas com um diferencial que ninguém conseguirá distinguir o que significa.

A última temporada foi tão intensa e significativa que não sabemos por onde começar. Os surtos de Clay Jesen ( Dylan Minnette); ou a descoberta de sexualidade de Alex Standal ( Miles Heizer); sobre Zach ter desistido de si, em algum momentos ou talvez em toda a serie quando estava sempre bêbado; novos personagens como _Wiston Williams ( Deaken Bluman)querendo saber quem teria matado Bryce Walker ( Justin Pretice), de que também aparecem nas ilusões de Clay e Jéssica ( Alisha Boe). A série conta a participação de novos personagens como: Estela de La cruz ( Inde Navarrette), a irmã de Monty de la Cruz ( Thimothy Granaderos).

13 Reasons Why é renovada para 4ª e última temporada - Notícias de ...
13 reason why

Essa ultima temporada de 13 reason why teve vários pontos que poderiam ser feitos em apenas uma temporada, durante toda a série. Mas, claro? É comum errar no áudio visual, até por que, não significa que os produtores não são “incompetentes” ou algo assim, mas vale sempre testar. É como o Clay Jesen falou “Tem que melhorar, a maneira que tratamos uns aos outros e olhamos uns pelos outros, de alguma forma temos que melhorar”. É exatamente isso de que estou dizendo: na vida temos escolhas, e quaisquer delas têm consequências diversas. A temporada começa da pior forma possível, quando Clay começa a ver Monty( Thimothy Granaderos), quando ele foi morto, isso na terceira temporada. Daí Bryce Walker também, em algumas vezes aparecem, em momentos bem pesados e turbulentos.

Pra mim, um personagem fez a diferença nessa temporada. Justin Foller ( Brandon Flynn), que se mostrou um personagem cuidadoso, empenhado tanto no seu desenvolvimento inter-pessoal como no desensolvimento do próprio enredo. Como esse personagem cresceu, não sendo um mísero personagem desprovido de um jovem, esteriotipado pela massa.

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Justin Folley e Hanna Baker

Monty de la Cruz

Pra quem não sabe, mas no final da terceira temporada de 13 reason why, Monty teria sido preso por abusar sexualmente de algumas pessoas, inclusive de Tyler, isso quando ele passaria por um estado paranormal após, no Baile, estar sob um pressão, trazendo armas para matar todas as pessoas, quando Clay Jesen teria ajudado-o da melhor forma possível .

Timothy Granderos' Theories About Monty In '13 Reasons Why' Season ...

Nessa quarta temporada, Monty aparece como um personagem fantasma juntamente de Bryce Walker, para ( talvez), assustar alguns alunos como Jéssica Davis, Clay Jesen e Alex Scandal, que teria assassinado Bryce, quando ele teria jogado-o no lago, ajudando Zach. Eu digo de que os monstros também merecem uma segunda chance, e nessa temporada, talvez por algum motivo, o importante foi retratada dessa forma; trazendo Bryce e Monty como ajudantes e explicando coisas que as temporadas passadas não mostrariam, não justificando seus erros nos personagens mas desconstruindo uma forma de perdão.

13 Reasons Why season 4 trailer: What happened to Monty? | TV ...

Todos aqui sabem que Monty de La Cruz e Wixton teriam tido um momento quase depois do meio da terceira temporada. Foi algo inesperado, mas essas coisas acontecem,até por que hoje em dia, as pessoas estão se descobrindo sexualmente.

Wixton ( Deaken Bluman) veio a quarta temporada como meio de provocar dúvidas nos telespectadores. Ele sempre parecia ser o próximo violão, juntamente de Diego ( Juan Luis Castellanos), demonstrando um interesse por Jesse de que durante a temporada teria certos conflitos com Justin Folley ( Brandon Flynn ). É comum, principalmente no ensino médio, sentir-se morto como se estivesse algo errado, afinal os personagens dessa história são jovens.

Clay jesen está bem?

Uma pergunta que teria feito pra mim desde a segunda temporada ” Clay Jesen está bem? , ele é louco? E percebi de que sua vida resumiria da seguinte forma – Eu ajudo os meus amigos, mas ninguém pode me ajudar

Acho que em toda a série, o personagem Clay (Dylan Minnete), é excelente no seu personagem, dando resposta de melhoras, mas nas duas ultimas temporadas, ele descobriria de que não estava bem. Mas, é empático saber que quando se tem ansiedade, depressão e outras doenças, é difícil saber como a reação da pessoa terá como resultado.

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A quarta temporada foi boa por vários motivos, mas o primordial de tudo foi saber o sentido do qual tudo começou, sendo comum de que muitas pessoas vão odiar ou amar a temporada final. O personagem Clay Jesen sofre de ansiedade, transtornos e depressão, e uma parte dessas doenças, ele se questiona “Eu estou louco?” Quando ele mais precisa dos amigos, por razão questionável, notável, Clay se parece pronta de receber ajuda, mas se diz que( não com palavras mas com expressões não físicas ou verbais), de que precisava de ajuda mas não necessariamente precisa da ajuda dos amigos, como se ele tivesse pronto para descobrir brisas quando recebera ligações de um desconhecido. A partir desse momento, disse – AGORA PRONTO, 13 REASON WHY VIROU SCREAM –. O personagem Clay Jesen volta narrar as histórias , e na minha opnião, era muito melhor do que ouvir a Ani, não querendo dizer que ela não tenha capacidade de fazer uma boa narração, mas concordamos em uma coisa : ” ELA É CHATA”

O que esperar da 4ª e última temporada de 13 Reasons Why | E! News

Ani foi uma nova personagem da história, como versão feminina de Clay, porém mais original, mais inteligente e confiante no que pode dar errado ou certo na história. Ani, nesta quarta temporada, sendo namorada de Clay, não se parecia que os dois tinham uma conexão mais rápida, mais convicta e amorosa, como vimos nas namorados de Jesen como Hanna Baker ( Katherine Langford), ou Sky ( Sosie Bacon). Desta vez por razões das ultimas temporadas, do que ambos os personagens passaram, o casal parece estar mais distante do que tudo, e não seria somente eles, mas Jéssica Davis e Justin Folley também.

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Justin morre em 13 Reasons Why? Veja o destino do personagem

JUSTIN FOLLEY SE DESPENCOU NESSA TEMPORADA?

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Se eu fosse dizer qual foi o melhor personagem dessa temporada, provavelmente escolheria Justin Folley, que mesmo pareça estar nitidamente mal, na terceira temporada, vemos uma recuperação nele durante a evolução do personagem na série.

Nos primeiros episódios, Justin termina com Jéssica após dizer que teria que se recuperar, mas o que Jéssica não sabia era que ele já estava predestinado no final do inicio de tudo. Justin era um ex viciado em heroína, e outras drogas; e por mais que seja perturbador, ele teria mais problemas do que não estava esperando, como a morte de sua mãe, quando sofreu uma morte lenta e horrível ( a overdose).

Vemos que no final da terceira temporada, sua conexão com a família Jensen foi algo significativo , bonito. Apesar de não serem irmãos, Justin teria tomado um papel de irmão mais velho, sempre preocupado com o irmão Clay, mas também estava estranho, quando saira de casa sempre mais tarde e voltava sempre tarde também, o que provocava dúvidas de que ele estava se drogando de novo, mas que na realidade, estava procurando ajudas, e quando o treinador o chama para ir a igreja, próximo a sua casa.

Justin estava mal, e não saberia de qual melhor forma resolver. Ele sofreu durante toda a série, como se algo tivesse sugado. Me fez lembrar muito de um estudo de que fiz nas aulas de filosofias, no ensino médio sobre os tipos de mortes, que são três : a morte rápida, a morte lenta e a morte brutal, de qual essa é a pior.

O personagem estava sofrendo não pela fase de quais alguns estavam passando também, mas quando você está no fundo do poço, você quer continuar caindo, mesmo que isso desconfigure os sentimentos/sensações dos outros que estão do seu lado. Diego, um dos jogadores, que fica com Jéssica, ex namorada de Justin, é um cara problemático, mas que sente falta de seu amigo Monty , e mesmo que visualmente pareça soar bem babaca, Diego vai mudando com o seu desenvolvimento da história, ironizado por não gostar tanto de Justin como de Clay.

Quando Justin estava nas ruas, nos momentos horrendo com sua família , sempre viciada em drogas, de que ele herdou esse vício da família, ele, para sobreviver se mete em confusões horríveis como a prostituição como forma de sobrevivência e também pelo envolvimento com Bryce ( Justin Prendice).

A morte de Justin

O momento mais triste dessa série, com certeza foi a morte do Justin, provocado por uma doença, de como as outras ocasiões, as pessoas esquecem delas. A Aids mata. A AIDS é uma doença tão difícil de lidar, e infelizmente as pessoas continuando transando sem os devidos cuidados. Acham que é besteiras, que é coisa de frescos, mas a nossa saúde é devidamente importante, embora não sabemos muito sobre ela.

13 Reasons Why' — Where everyone ended up after season 3 - Insider

No inicio da temporada 1 de 13 reason why, Justin Folley ( Brandon Flynn), quando teria saído de casa, e se mudado para a casa de Bryce, ele teria morado na rua, e uma das formas de qual encontro, e essa parecia ser difícil por muitos, mas preciso. Foi quando se prostituía para ter sustento adequado, o que não é uma opção rentável.

Ele teria se vendido. Mas o que os amigos fariam por ele? Clay Jesen teria ajudado? Nessas ocasiões, Clay teria julgado, se tivesse descoberto da prostituição? São muitas perguntas de que eu faço para entender esse final, embora todos sabemos que foi triste perder, e tirou lágrimas de alguém. Perder alguém tão querida é triste, pesado e te destrói por inteiro.

Cada minuto de que seus amigos estavam contribuindo, mas esperando o resultado, mesmo que para alguns tenha sido horrível. A sua morte foi lenta, aliviada e totalmente diferente das mortes que presenciamos nessa série.

Se há uma coisa que eu ainda tenho é memória. O que é péssimo. Se eu esquecesse as coisas de vez em quando, todos nós estaríamos um pouco mais felizes.

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Carta de Justin para a faculdade –

Como disse, uma das coisas mais impactantes dessa série são as visões de Clay, e já no final, quando estaria despedindo-se de Justin, quando teria mostrado uma redação de que Justin escreveu sobre Clay ter sido uma forte inspiração para ele. Acho que foi o momento mais emocionante, mesmo sabendo de que Clay estaria sendo bem babaca com Justin

O envolvimento dos dois tem crescido no final da terceira temporada, quando estavam descobrindo das coisas de que ambos descobririam sobre Bryce ( Justin P.). O tratamento de que os dois tem nessa quarta temporada é que ambos são irmãos, mesmo de que Clay, não estando bem, ele sente quando as coisas ruins acontecem, consequência da morte de seu amigo, e irmão.

Nunca esqueceremos de Justin….

O que esperar dessa temporada?

Com certeza, uma das visões dos personagens como Clay, Jéssica e Alex com os mortos é um ponto de que aconteceu, e digo que já uma marca definida dessa série, mas não podemos esquecer, de que Clay Jesen têm as visões mais aterrorizantes, causando dúvidas em seus amigos, principalmente de Tony ( Christian Navarro) . A sexualidade também é um dos pontos mais interessantes que essa temporada trouxe, quando Alex teria beijado Zach ( Ross Butler), na cena quando estavam sob um teto. E de quando teria ficado por várias vezes com Winston

A questão da luta entre estudantes e militares foi um ponto bastante bem elaborada e apresentado, de uma forma transparente, e com um teor meio confuso por ter tantos temas que 13 reason why tratou em apenas poucos episódios, mas pelo menos é melhor que outras temporadas, de que vi, e que não gostei muito.

Essa temporada mostra a empatia de uma família, de que não sabia de que seu filho era gay, e mesmo assim o tratou bem, no começo de conversa. O tratamento do psicólogo de que se ver no passado com o Dr Robert Ellman ( Gary Sinise). Os surtos de Clay, impacto dos vida dos outros personagens, e principalmente quando os pais concordam com a simulação. E a preocupação dos pais Laine Jesen e Walter White Jr, de quais teriam concordado com a simulação da escola Libert High School .

Nota: 8.0

Avaliação: 4 de 5.
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Dois Irmãos – Uma aventura fantástica

Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica | CinePOP
Novo filme da Pixar Dois irmãos –
uma aventura fantástica

Cores, magia e personagens azuis. Uma história com magia, emoção e aventuras, os irmãos Ian e Barley, no aniversário de Ian, acabam descobrindo o presente de que seu pai, Waxton, deixou para os irmãos , quando tivesse completado seus 16 anos, no caso de Ian, que estava completando. Era uma cajado de mago, quando Waxton, nos tempos de magia, de que, sendo substituída pela tecnologia, apresentados na primeira cena do filme, perdeu a chance de continuar fazendo magias. Quando recebem o cajado, Barley, irmão mais velho de Ian, tenta libertar seu pai por uma dia, mas falhou, até que horas depois, Ian(Tom Holland) consegue, mas seu pai não aparece por completo. Waxton (  Wilmer Valderrama) estava sem cabeça, apenas com a parte da cintura pra baixo.

Crítica: Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica
Review: Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Depois de feito a magia, Ian liberta seu pai, mas não tem rosto , nem boca e nem nada. Eles precisavam de uma pedra, mas não está em fácil acesso ; o que ambos, os irmãos , aventuram-se numa plena missão de ver o pai de volta, principalmente Ian .

Depois disso, os irmãos vão a lugares misteriosos atrás dessa pedra a completar essa magia. No caminho, encontram seres misteriosos como libélulas mágicas. Encontram The Manticore ( Octavia Spencer), uma personagem com uma personalidade fortíssima, e que, no passado era uma guerreira. Ela saberia de algo, quando Ian e Barley (Chris Pratt), teriam interrogado-a. Até que sua fúria é libertada, aterrorizando os clientes do restaurante, onde trabalhava.

Dois irmãos: Uma aventura fantástica é uma obra de que fala sobre perdas, ou o encarar a perda de um ente querido de uma forma mais light, mais leve, e que você consegue viver isso da melhor forma possível. É possível aceitar a situação, mesmo que possa doer, mesmo que possa acabar com você. A vida pode ter grandes surpresas, e mesmo que pareça acontecer coisas estranhas, exóticas, a magia pode te surpreender.

Cancelado por um motivo de que todos os telespectadores já teriam esperado, a data de lançamento nos cinemas brasileiros era no início de Março ( 5 de março de 2020). A nostalgia usada para definir uma nova produção da pixar é mesmo uma pura característica própria da pixar. O uso de elementos como os vocábulos dos personagens, a aventura dos irmãos , com certeza, te deixar de cabelo em pé.

A impressionante paleta de cores

Pra mim, num filme, desenho animado, anime ou até live action de uma obra, a cor é a basicamente 68 ou 70% do projeto cinematográfico, pois diz muito sobre o que a obra diz. Dois irmãos, o uso constante de cores como azul lilás, roxo, e cores na escala do azul, me deu a impressão de uma narrativa totalmente comparada ao filme Monstros S.A (2001), pois tem uma paleta possuindo um belo contraste dando um teor mais significativo nas obras da pixar.

Ai meu deus!! “Monstros S.A.” terá mundo jogável em novo “Kingdom ...
Mostros S.A (2001)
Pete Docter, kelsey mann, Dan Scanlon


Partindo do ponto do filme Dois Irmãos, aí está uma produção cativante, e que ofereceu diversas formas de possibilidades de entregar , ao público, um produto do qual temos o orgulho de receber, com diversas formas de pensar sob o fato da perca . Com o roteiro de Dan Scanlon, Jason headley e Keith bunin, que fizeram outras produções ao longos desses 20 anos como :Carros 1, Universidade Monstro, e outros . Um roteiro bom , um elenco melhor ainda, mas uma equipe de sucesso, onde deu uma perfeita sintonia no qual, assim como eu, trouxe um sentimento agradável pelo filme.

OS PERSONAGEN E SUAS PERSONALIDADES …

Digo que um personagem que teve um excepcional desenvolvimento durante a história, e mesmo com alguns momentos difíceis, até pra dizer que não era algo existente nessa longa, foi o irmão Barley (  Chris Pratt), que foi um personagem com aquele jeito irado, mas que no fim do terceiro ato, ao abraçar seu pai demonstrou compaixão, empatia e afeto entre pai e filho, não discordando de que não fosse um sintoma irreal, que não aconteceria como qualquer outro personagem, mas afinal, o que isso não provaria?



Quando, em momentos turbulento do filme, quando seu irmão mais novo Ian, demonstaria de que ele não era tão adequado a trazer seu pai de volta, no segundo ato do filme, o que Barley, entrestecido com o posicionamento do irmão, fica furioso com ele também.

CURIOSIDADES DO FILME

A animação da Pixar que retrata uma personagem LGBTQ+. Ela é Specter, uma policial ciclope lésbica. Sua sexualidade é revelada durante uma cena de abordagem policial — quando um motorista cria confusão por conta dos filhos agitados, a policial responde que a filha de sua namorada a faz “querer arrancar o cabelo”. A cena chegou a ser censurada na Rússia, onde os produtores do filme tiveram que trocar o gênero da namorada da policial. A voz de Specter fica por conta da atriz Lena Waithe, conhecida por ser ativista da comunidade LGBTQ+. A artista estrelou a série Master of None e o filme Jogador Nº 1

Algo HORRÍVEL acontece com Dois Irmãos e motivo choca
Officer Spencer , LGBT+personaly

Algo que não observei mas fez total sentido , após perceber novamente , quando assistir . Talvez tenha sido proposital a partir desse principio de ter uma personagem gay.

O filme também apresenta diversos pontos de que você não saberia quando tenha assistido pela primeira vez, mas ele, O filme participará do Festival de Berlim na Mostra Berlinale Special Gala. Também elementos visuais como :

  • O icônico caminhão Pizza Planet da Pixar aparece na cena do pedágio da ponte de trolls.
  • É o primeiro filme da Pixar sem o envolvimento de John Lasseter, após sua saída como CEO das áreas de animação da Disney.
  • É o primeiro filme Pixar de Julia Louis-Dreyfus em 22 anos desde Vida de Inseto, em 1998.

Este é o primeiro filme da Pixar a não exibir os créditos “Disney apresenta” e “um filme da Pixar Animation Studios” na abertura.

Avaliação: 3.5 de 5.

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✔O BRINQUEDO ASSASSINO (2019) é bom? Vale critica ✔

Oi, meu nome é Chuck, você quer brincar?”

Brinquedo é para ser algo inofensivo, feito para alegrar as criancinhas. Pena que Chuck, o Boneco Assassino, não pensa dessa maneira. Ele mostra que não foi feito para brincadeiras, mas sim para espalhar o medo

Chuck é um boneco ou uma alma perdida que quer se vingar ? Chuck é retratado como um notório assassino em série cujo espírito habita um boneco Good Guy e Buddy, esse apresentado no filme em 2019, e continuamente tenta transferir a sua alma do boneco para um corpo humano. … Em 1999, o personagem Chuck foi indicado para o Prêmio MTV Movie de Melhor Vilão do filme Bride of Chuck. Ao assistir O brinquedo assassino, nos fazem perceber mudanças no personagem como se nunca teria visto. É simples, sabendo que Andy ( Alex Vincent) , no primeiro filme, em 1988, era um garoto sem defesa própria.

Por onde anda o garoto que fez Brinquedo Assassino em 1988? | VEJA ...
Boneco assassino I (1988)

O novo filme Brinquedo Assassino tem uma nova história, com novos personagens e um roteiro repleto de nomes marcantes como : Aubrey Plaza, Gabriel Bateman , que embora pareçam ser dois atores bem distintos, no sentido de uma representação característica como, por exemplo Andy (Gabriel Bateman), é um menino de 13/15 anos, que , mesmo sabendo de suas dificuldades de expressão , é bastante curioso, até explorador durante o filme , enquanto sua mãe, Karen Barkley ( Aubrey Plaza), é uma pessoa que trabalha na loja de brinquedo, têm uma relaçao com uma cara(Tim Matheson), que ela expressa uma personagem preocupada demais com sua cria.

Filmes como Chuck são assim : um boneco quer vingança, sua alma está presa num corpo físico de um boneco, e teria uma oração que transmitiria uma alma para outra. Afinal, no filme BRINQUEDO ASSASSINO teria isso?

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Quando falei acima de novas histórias, eu disse a verdade. O roteiro adaptado por Tyler Burton Smith foi excepcionalmente incrível, pelo fato do boneco Chuck estar conhecendo-se, não importando com os efeitos de seus atos. O boneco começa a perceber de que teria poder suficiente de matar a todos, deixando somente seu amigo Andy. Quando teria machucado Andy, na cena do filme de terror, o olhar de que teria visto sobre o esquartejamento das pessoas, o transmitiu uma raiva, de que só Chuck saberia explicar. O visual de Chuck, achatado e bizarro nos assusta pela inocência do personagem, e Dan Hermansen , na sua cabeça, trazendo um estilos de que não deu muito sucesso, em comparação ao sucesso de que teve os filmes de Chuck no fim dos anos 80, em desenvolvimento por Daniel A. Lomino .

CHUCK É UM SERIAL KILLER?

Eu vejo que serial killer é aquele que mata em excesso, no mais CHUCK ou Charles Ray é um serial killer diferenciado. Ele sente prazer em matar,e mesmo sabendo de seus atos, sua vontade sadica de mortes em massa, Chuck quer sua vingança, sofrida em 1980, quando humano teria sido morto pelo detetive Mike Norris, no primeiro filme em 1988.

A Franquia de Chucky, O Brinquedo Assassino. - NoSet
Primeiro filme de Chuck
1988

O filme brinquedo assassino é, como se fosse , um filme de que mostra a origem, embora mostrado no filme de 1988 (boneco assassino I), sabendo de suas necessidades e atributos de um personagem diferente mostrado até aqui.

Andy Barkley

Remake de Chucky, o Brinquedo Assassino, estreia nos cinemas! Veja ...

Andy Barkley, nessa edição de mais um filme do boneco Chuck é um garoto tímido , às vezes sozinho na mioria das vezes. O interessante desse personagem é que, aparentemente o crescimento e a intimidade com o boneco aparece no momento de que ele mais precisa de um amigo, e desses motivos reais, ele, Andy está convicto de que pode conquistar suas amizades, e sobrar tempo de cutir novas oportunidades de amizades como : Pugg ( ty consiglio) e Falyn (Beatrice kitsos)

Os dois personagens aparecem quando percebem de que, Andy, o garoto que parecia terrivelmente apavorado pela sua falta de insegurança consigo mesmo. Andy merecia ter amigo, em alguns momentos do filme, principalmente quando destrói seu amigo Chuck, o que parecia estar resolvido , mas Chuck aparece nas mãos de Omar ( Marlon Kazadi), onde Andy, amedrontado por Chuck ter voltado a vida por Gabe ( Trent Redekop). Na loja de brinquedos, onde os produtos Buddy são vendidos, Omar e sua rapazeadas estão e Chuck também, o próprio Chuck teria colocado as imagens das mortes provocadas por ele mesmo. E quando ele, Andy surta com Chuck, Omar o ver e tentar pegar o boneco, os dois brigam, com chutes e tapas. Pug tentam afasta-lo de Omar mas acaba se machucando, quando Andy tenha dado um murro nele .

POLICIAL Mike

No filme de 1988, O boneco assassino , o detetive de que teria matado Charles Ray, num shopping, contada na história do surgimento de Charles Ray . Esse novo detetive, Brian Tyree Henry , um ator estadunidense, conhecido por atuar na série do FX Atlanta e nos filmes Widows, If Beale Street Could Talk e Spider-Man: Into the Spider-Verse. Foi indicado ao Primetime Emmy e ao Tony Award por atuações no teatro e na televisão.

No filme Um brinquedo assassino , o detetive Mike tenta desvendar de uma vez de todas as armações da comunidade local, mas que suas emoções atrapalham bastante no desenvolvimento da história. Quando, sua mãe, Doren (Carlease burke) teria morrido, vítimas das maldades de Chuck, deparando com a morte horrenda dela, ele teria desabado a berros e lagrimas justificáveis ai perder uma ente querida .

Diferentemente dos filmes da coleçção dos filmes de Chuck, Brinquedo assassino é um bom filme para se divertir e compartilhar coisas já desejaveis em produções de Metro-Goldwyn-Mayer, a famosa produtora do Leão. Eu gostei do filme, mas preferir não ter escolhido.

Trailer do filme

Divirta-se com o prazer de Chuck, a morte

Avaliação: 0.5 de 5.

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Casa do medo – Incidente em GhostLand

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Pauline (Mylène Farmer) herda uma casa de sua tia e decide morar lá com suas duas filhas, Beth (Emilia Jones) e Vera (Anastasia phillips). Mas, logo na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores (Rob archer e Kevin Power) e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com acontecimentos estranhos.

Um filme de origem americana lançado em 2018. É um terror psicológico e suspense. A direção e roteiro de Pascal Laugler não foi algo totalmente ruim, sendo que esse terror realmente te assusta pela cenas fortes durante todo filme.

A Casa do Medo – Incidente em Ghostland – é terror polêmico ...

A casa do medo é um filme que , no primeiro ato, conta a história de como a família de Pauline surge e compram uma velha casa onde serão mortos dentro dele. Um ponto importante de que esse filme conta, e se você não prestar atenção é que Pauline, mãe das garotas, que se mostrar ser uma mãe forte, protetora, já estaria morta pela mulher/homem, quando ele teria matado-a a pauladas e facadas a frente de Beth ( Emilia Jones, Crystal Reed), que sempre a ver durante todo o filme. A personagem Vera ( Anastasia Phillips), teria entrada em um pesadelo, atormentada pelos assassinos, e principalmente pelo Ogro por ter maltradado sempre dela.

A Casa do Medo - Incidente em Gosthland | Portal Caneca

Os vilões são um ogro ( rob archer) e uma mulher (Kevin Power) são personagens típicos em um terror, embora no seu primeiro contato pareça ser pesado,violento, mas a principal característica dos dois são as próprias emoções não demonstradas. As irmãs Beth e Vera, que Vera é a mais prejudicada na história, por estar dentro do próprio pesadelo, desde a primeira visita, o que teria sido justificado na primeira cena do filme, quando ela tenha mostrado o dedo para a mulher ( Kevin Power) .

Pontos positivos e negativos?

Crítica | A Casa do Medo Incidente em Ghostland | Aumanack sem Limites

O filme têm mais pontos negativos do que positivos. Muito comum, e que na minha opnião é um grande erro, por parte do elenco é o desleixo deles mesmo. Por exemplo, um desleixo doméstico, quando uma das personagens deixam a porta escancarada, ou quando alguns bonecos/ objetos fazem barulhos desnecessários, que capacitam num suspense, que já existiria.

Filme - A Casa do Medo: Incidente em Ghostland

Um descuidado por parte da melícia, o que eu entendi que seria algo explicável no final do terceiro ato. Algum desenvolvimento de um personagem e outros que não deram muito certo como Crystal Reed e taylor hickson, ambas que não tiveram um aproveitamento melhor nos atos dois e três. Pra mim, por razão de estilo, gostei mais da participação das filhas Beth (Emilia Jones) e Vera (Anastasia phillips) foram melhores, principalmente Anastasia Phillips.

A mãe estaria morta ? E por que ela sempre aparece no filme?

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O título original faz referência a uma obra literária fictícia chamada Incident in Ghostland, retrada no filme, quando a atriz já esta adulta, cuja autora é a bem sucedida Beth (Crystal Reed). Teoricamente, o livro é inspirado em um acontecimento que ocorreu há anos com Beth (Emilia Jones), sua irmã Vera (Taylor Hickson) e a mãe delas Colleen (Mylène Farmer) quando foram atacadas por uma dupla de assassinos seriais.

O drama retorna quando Beth recebe um pedido de ajuda de sua mãe, obrigando-a a retornar ao mesmo ambiente onde ela e o restante da família quase foram assassinadas. Fora o problema de estar distante do filho e do marido, Beth terá que conviver com a solidão que atinge a mãe, além da loucura que se apossou de Vera depois do ataque dos matadores.

De volta a esse ambiente sombrio e triste, Beth terá que ajudar a mãe a salvar o pouco que resta de sanidade de Vera, mas há outras coisas na casa que parecem não querer que isso aconteça.

Mas sua mãe estaria morta, e Beth estaria vendo apenas o que ela queria ver, sofrida um trauma inexplicável, que no filme, explica que Vera sempre esteve naquele pesadelo. Embora as duas irmãs estão no mesmo lugar, a casa, mas suas almas ou espíritos estão em espaços diferentes, como se uma estivesse em distintas dimensões.

O MAL TEM SENTIMENTOS?

O mal visto nesse filme é brutalmente visto. Tanto o Ogro,Rob archer e a mulher esquisita, Kevin Power são visto como monstros, mas que , no filme demonstra que , principalmente o OGRO teve algo a demonstrar por seu amor as suas bonecas, o que muita das vezes é fofinho, mas bizarro por perceber que elas tentam ajudar as meninas, no final do segundo ato, quando Beth está presa como um boneca.

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ROTEIRO E DIREÇÃO

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Laugier é um ex-assistente do diretor Christophe Gans, tendo dirigido o documentário “making of” sobre o filme de Gans de 2001, Brotherhood of the Wolf (Laugier também estrelou o filme). [3] [4] Ele escreveu e dirigiu os filmes de fantasia e terror Saint Ange, [5] Mártires, [6] [7] e The Tall Man.

Laugier foi associado ao movimento New French Extremity.

Laugier foi escolhido para dirigir o remake de Hellraiser , mas depois foi retirado do projeto devido a diferenças criativas com os produtores; Laugier queria que seu filme fosse muito sério e explorasse a cultura gay de S&M, considerando que os produtores queriam que o filme fosse mais comercial e atraísse o público adolescente.

Os possíveis projetos futuros de direção incluem um thriller sobrenatural chamado Detalhes. Pascal Laugier também é o diretor do videoclipe de Mylène Farmer “City of Love”, cujo teaser foi lançado on-line em dezembro de 2015.

Avaliação: 2.5 de 5.
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A missy errada CRÍTICA

Já vi coisas ridículas, mas igual a esse filme, nem Jesus salva!

Comentário de João Vitor

A netflix disponibilizou o filme A missy errada no dia 13 de maio desse ano. O filme é pobre. Não tem sentido de uma história tão bem aproveitada tenha saído uma mera história sem qualquer motivo ou algo parecido. Desculpem, mas mudei de ideia. Fiz uma crítica em vídeo no meu canal dizendo muito bem no meu canal , mas mudei de ideia e digo pra vocês, embora eu não tenha gostado agora, já vi piores.

A história se baseia quando Tim (Daved Spade) conhece a garota de seus sonhos, Melissa (Molly Sims), e os dois têm uma ligação. Daí, Tim faz uma viajem com o seu trabalho, mas precisa convidar alguém para ir com ele , e seu supervisor Nate ( Nick Swardson), diz para ligar ou chamar Missy, mas o que ele não sabia era que a Missy que ele estava conversando era uma Melissa bem esquisita, e chata.

Como a Missy conheceu Tim?

A Missy Errada Trailer Legendada - AdoroCinema

Quando se assiste a um filme tão pobre, ou seja , um filme que não tem história, não tem nem função, você fica perdido, mas no inicio do filme, Tim tem um encontro com uma garota que acaba de conhecer na internet, porém ele não consegue vê-la, até que conversa com uma outra moça grávida, que estava acompanhada de seu marido, cara tatuado (Roman Reigns). E daí a verdadeira mulher, Missy aparece o interrogando, sempre daquela forma engraçada de ser. De repente, Tim vai ao banheiro e tenta fugir, cai e Missy ajuda com o seu pé deslocado.

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Então, daí o filme vai montando uma história, onde a Missy verdadeira, Melissa se bate de frente com Tim no aeroporto e têm pontos em comum como gostarem de livros, não beber, e outros coisas.

A Missy Errada (2020) | Crítica - Home | SiriNerd

Melissa e Tim se beijam num depósito, onde os dois não conseguem ter mais esse tipo de afeto, por causa da viagem de Melissa. Melissa é uma modelo, talvez isso seja o motivo de ser a garota dos sonhos de Tim. Voltando para falar sobre a viagem, Missy aparece no avião, e ele não entende mas percebe quando ver o e-mail no seu celular.

E daí você sabe…..

Crítica A Missy Errada- Nova Comédia da Netflix chega ao Top 1

A história continua investindo nessa matéria do amor não correspondido mas que as vezes dá certo em alguns momento bem cômicos. O elenco é bom, mas como o filme é meio cliché, quase ninguém percebe. Um elenco pouco parecido com o Sandy wexler, estrelado por Adam Sandler (2019).

POR QUÊ É TÃO RUIM ?

O filme é péssimo pela história desconstruída, chata e pouco engraçada., e mesmo que alguns momentos forem bons e cômicos da própria rivalidade profissional entre Tim e barracuda ( jackie sandler), que é uma atriz grande, mas que não rendeu muito nesse filme, tanto pela inconveniência e incompetência da produção como da própria direção. Isso é um pecado cinematográfico.

A falta de um bom roteiro é consequência para que nem todos apreciem uma comédia como essas, que mesmo sendo ruim, em alguns momentos fez , ao enganar ser bom. Pra quem gostou desse filme está de parabéns, afinal o gosto de cada pessoa é igual a cabelo, cada um tem o seu, só devemos respeitar.

Jackie Sandler
A Missy Errada (2020) | Crítica - Home | SiriNerd

Avaliação: 1.5 de 10.

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SCOOBY! O Filme crítica

Qual o mistério de novo Scooby-Doo?

Frase principal de Salsicha
SCOOB Trailer #1 Official (NEW 2020) Scooby Doo Animation Movie HD ...
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Sinceramente. eu amo Scooby-Doo. É fofinho, ingênuo, incrível como as histórias sempre encantam, mesmo que nem todas são puras no sentido de encanto. A primeira vez que tive os meus primeiros contatos com o desenho foi Scooby-Doo : Cadê você, criado em 1969, com direção de Joseph Barbera e William Hanna. Embora não me considere um fanático pelo desenho, que a pouco mais de 4 anos, descobrir que era um desenho de origem japonesa.  Os personagens foram criados por William Hanna e Joseph Barbera, pelo executivo da CBS Fred Silverman, pelos roteiristas Joe Ruby e Ken Spears e pelo desenhista Iwao Takamoto (O pai do Scooby – Doo). Isso aconteceu muito com o Pac-Man, onde Toru Iwatani se considerava o pai.

Scooby Doo E O Rei Dos Duendes [DVD]: Animação, Dave Filoni ...

Sobre o filme, estrelado na França, em 13 de maio de 2020, e por ventura, ainda não liberada no Brasil, por motivos óbvios, mostra que a série deve continuar com novas histórias, novos personagens e novos mistérios. Tony Cervone, que também dirigiu trabalhos como Tom and Jerry em 2007,2013,2016,2015 mostrou um trabalho excecional por trazer novas histórias, sendo um grande diretor, em minha humilde direção. Com roteiro de James Gunn e craig titley foi, com certeza uma experiência diferente, no ponto de trazer a dupla da corrrida maluca Dick Vigarista e Motley para serem os vilões. Tive uma sensação ~magnífica , que não estou muito acostumado ao assistir aos filmes de Scooby-Doo, a paixão por um filme.

Protógenes ameaça processar Dick Vigarista - revista piauí
Dick and Motley
Desenho animado
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1917 ( CRÍTICA)

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2019 foi um ano , onde o cinema trouxe inúmeras obras de arte, e uma dessas é o filme de melhor drama do Globo de ouro, entregue no Oscar, em Janeiro desse ano, no qual ganhou o Oscar de Melhor Fotografia, melhor diretor para Sam Mendes, Melhor filme dramático, Producers Guild of America de melhor filme, Oscar de Melhores Efeitos Visuais, Critics Choice Award de Melhor Diretor, Melhor Mixagem de Som, BAFTA de melhor diretor, BAFTA de Melhor Direção de Arte, Melhor Filme Britânico, BAFTA de Melhor Cinematografia, entre outros que você pode pesquisar no Google.

Globo de Ouro 2020: A lista completa de vencedores - Jornal O Globo
Entrega dos prêmio 🏆
Janeiro de 2020

1917 é um filme baseado na primeira guerra ( 1914-1918), onde tinha o objetivo dos soldados Will Schofield ( George Macflay) e Tom Blake ( Dean Charles Chapman), deveriam entregar uma mensagem ao posto aliado do Coronel Makenzie ( Benedith Chumberbach), que inclusive fez filmes como Doctor Stranger, Avengers Ultimato, entre outros, mandado pelo coronel Erinmore (Colin Firth), onde os dois soldados passam por um inferno durante todo o filme, e consequentemente um deles morre.

1917 | Crítica - Rafael Sábio - Medium
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O EXTRAORDINÁRIO (2017)

Um filme, em tempos de quarentena, por motivos de uma pandemia, é bom também, pois em meio desse problema, descobrimos artes ( filmes), que são clássicos e nos encantam também . Por sugestão de minha querida Irmã, Jesse Vieira, uma Youtuber/cantora, com uma voz totalmente bonita, e também minha cantora favorita, me sugeriu para assistir ao filme (O extraordinário), dirigido por Stephen Chbosky e escrito por Jack Thorne, Steven Coreng e Stephen Chbosky, que conta a história de um garoto chamado Algust Pullman, que nasceu com uma doença chamada síndrome de Treacher Collins, que é conhecida mundialmente como uma doença genética caracterizada por deformidades crânio-faciais, e que teve que fazer muitas e muitas cirurgias para solucionar ao devido problema . No filme, o tema principal durante toda a história vêm ao fato das discordâncias das diferenças, o preconceito e consequentemente o bullying entre as crianças que August, um menino doce, ama Stars wars, e que é matriculado na escola, onde começa a participar das aulas.

POSTER DO FILME
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Joias brutas

Fiz uma aposta doida e arriscada. E estou prestes a ganhar dinheiro.

Joias Brutas (2019)

Jóias Brutas é uma aposta até mesmo fora das telas de streaming. Até mesmo por ter sido uma promessa do seu início do ano (2020), a netflix sempre traz grandes filmes, de grandes diretores, os gêmeos Josh e Ben Safdie, onde tiveram a simples idéia de trazer um ator, bem vivido no cinema internacional , acostumado com diversos trabalhos, de diversos tipos de outros projetos tão bons como este ( Jóias Brutas). O filme conta a participação de Adam Sandler ( Howard Ratner, Julia Fox ( Júlia), Idina Menzel ( Dinah), Lakeith Stanfield (Demany ).

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Jóias Brutas (2019)

Howard Ratner é um joalheiro, dona de uma loja de jóias, endividado por algumas apostas que costumou fazer em nome do seu cunhado, Erick Bogosian ( Arno) sempre acompanho de dois ou mais capangas brancos, altos e fortes. O filme vêm do estilo cinematográfico Tramas policiais, onde o maior objetivo do filme é causa um suspense no expectador. Jóias brutas é um filme 8/80, ou seja , pessoas vão amar e pessoas vão odiar!

Crítica | Joias Brutas – Plano Crítico
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Caso SUZI, Drauzio Varella e TV globo

Drauzio Varella, sem dúvida, um dos maiores médicos do Brasil, ou até da própria America, teve a participação em uma reportagem da Tv Globo, transmitido pelo fantástico no Domingo (23 de fevereiro), teve críticas boas e ruins e tudo por conta do abraço, como forma de entendimento por parte de Dráuzio .

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Por que as pessoas mentem ?

Não ser descoberto numa mentira é o mesmo que dizer a verdade.

Aristóteles Onassis

Para começar, queria dizer que todos nós mentimos. Todos nós passamos por coisas , e muitas das vezes o peso é tão grande, tão pesado que temos que mentir . Afinal, mentir é bom pra a nossa saúde ? A resposta é óbvia. NÃO. Satanás era o Deus da mentira , e é o que dizem ” a mentira tem perna curta. Foram frases que você ouvia quando mentia , ou até quando você via outros mentirem, e seus avós, muitas das vezes , diziam frases como essas .

O que acontece se uma pessoa mentir muito hoje? Ela sempre mentira, não é verdade ? Isso vira um hábito, um hábito que muita das vezes acontece geneticamente , ou seja, uma pessoa da sua família faz , e daí você copia . E´sempre fatal isso. Um vício se torna algo comum, como se nada estivesse acontecido ou acontecendo. Respondendo a pergunta “ Por quê mentimos?

Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.

Mahatma Gandhi

A mentira é algo ruim. Traz coisas ruins não só para você mas para quem está ao seu redor. Pra que se preocupar com as mentiras , aliás umas mentira não mata ninguém. Muitas pessoas mentem por que têm medo da própria verdade por deixar feridas, perder amigos, amizades recentes ou antigas , e nós, seres carnais , estamos e somos acostumados a mentir muito. Tudo o que é demais é fatal, nada em excesso, sem importância é bom pra nós.

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Coisas que só quem é roqueiro passa

Separei apenas algumas músicas que são muito pesadas , péssimas de se ouvir, e que te fará pensar ” quem diabos produziria um lixo desse?” O fato de escrever uma música ateia, agnóstica , ao fato de não crer em Deus não é errado , mas exigir que seguimos um paradigma de que todos os nossos comportamentos cristãos são característicos de uma verdade erradas para os não crentes é hipocrisia na certa. A música gravada pela banda Echoes , God to hell, gravada em 2011,  pela Century Media Records faz uma comparação das misérias acontecidas ao mundo humano e culpando a religião por certas coisas bizarras. DEUS é bom , ele provou isso ao sacrificar seu filho Jesus Cristo por amor. Para mim , a música deve ser boa, ter harmonia , melodia e no minimo ritmo . A musica brasileiras só tem barulho, hipocrisia e um dos maiores pecados mortais que os humanos podem ter , a blasfêmia contra o nosso Pai eterno . Você deve estar pensando que minha visão é católica, mas o meu medo é que destruam a nossa maior proteção que é Cristo.

É muito provável que você já deve ter ouvido a expressão ” O rock é coisa do diabo”, “o rock traz coisas ruins ao mundo”. O rock como qualquer outro estilo ,também tem seus anjos e demônios. O rock sofreu uma grande trajédia musical por volta dos anos 2005 até hoje , muitas músicas, além de perderem seus espaços para outros estilos , o próprio rock e sua tradição histórica , trouxe uma grande morte musical com músicas religiosas, ou m,úsica que atacaram ideologias , muita das vezes ao ambiente católico- cristão . Eu nunca vi algo tão catastrofico como ao ouvir Black metal, o que não signifa que seja totalmente a mercê de uma tradição satânica , mas uma tradição boba, ridícula e sem ritmo musica caracterizando apenas como um recado infantil .

Uma banda mineira ganha o mundo ao fazer alegorias satânicas contra Cristo , Maria e a religião

CRÍTICA | WandaVision: S01X08 – UM EPISÓDIO BASTANTE EXPLICADO – REVIEW 08

Feiticeira Escarlate WandaVision episódio 8 - PodPOP

Wandavision têm se tornadado uma série bem discutida nos últimos dias, últimas semanas e com diversas teorias, não somente pela série em si, pelo UCM, ou pelos diversos outros fatores do universo da Marvel.

O Que Significou a Cena Pós-créditos do 8º Episódio de WandaVision?  [SPOILER]

O episódio 08 começa apresentando um flashback da vida da Agatha Harkness (Kathryn Hahn), em Salém, em 1693, Massachusetts, quando a sua mãe e irmãs vão sacrifica-la pelo mal uso da magia, e por ela ter aprendido seus poderes rapidamente, que têm uma forte relação das hqs de wandavision, e também de Agatha Harkness.

A rivalidade que acontece entre Harkness e sua mãe é submisso pela energia que, a própria Harness absorve e mata as irmãs, e a mãe, entendendo o que pode ter causado por ser uma das personagens das Hqs mais fortes dos quadrinhos.

Na volta da normalidade, Wanda tenta usar seus poderes contra Agatha, mas não consegue por conta da parede de proteção contra feitiço. As coisas começam a piorar e Wanda só quer encontrar seus filhos, mas estão escondidos, o que leva a acreditarmos que o temido da teorias, Mephisto não é a chave, e sim o vilão do filme do Doutor Estranho (2016), Dormammu é quem está controlando toda as causas da série, e quem sabe todo um universo, pois a ligação de wandavision com outros filmes, séries da Marvel é certamente alinhado.

Para quem não sabe sobre os poderes de Dormammu, ele é um ser místico que governa a Dimensão Negra, uma dimensão que fica nas profundezas da existência, diferente da Terra-616, a dimensão principal do Universo Marvel.  Pode ser que ele ele já estava por trás da série começar a aparecer coisas estapafúrdicas.

Esse episódio trouxe repostas, não impôs mais dúvidas, e curiosamente, não trouxe as Sitcons, já que a série está em seu penúltimo episódio, as respostas surgiram, como o que as sitcons eram mais lembranças de Wanda, que quando pequena, gostava bastante de assistir com a sua família, e umas das primeiras que assistiu foram as mostradas na caixa de fitas de sitcons.

Ao longa do episódio, Agatha e Wanda passam por portas, onde essas portas possuem passagens para o passado da Wanda, e é o que exatamente o que os criadores querem nos mostrar: instigar os nossos raciocínios e pensar juntos com eles: entender, assimilar e ver o sofrimento da Wanda, mas entender por que ela criou a cidade Westview.

No entanto, além de vermos que Wanda é bem obcecada por sitcons, também percebemos que ela não roubou o corpo Visão, e sim quando chegaram em Westview, ela apenas o recriou. Percebemos que, também, que Wanda e Visão, sendo lembranças do filme Vingadores: Guerra Infinita ( 2016), quando Wanda e Visão conversam, e neste episódio, a conversa gira em torno do luto de Wanda.

Após ela entrar na SWORD, o que parece que o diretor Tyler Hayward, está com as peças do corpo do sintezoide Visão, ele usa alguns objetos que entraram em Westview para terminar de montar uma arma para destruir Wanda.

Percebemos, também que quando Wanda chega a cidade que vai se chamar de Westview, as pessoas de lá aparecem com expressões triste, que a a realidade criada por ela, Wanda deu uma segunda chance para o pessoal, mesmo que a série mostre que isso não teve controle. Não podemos esquecer das Industrias Starks, que são as propagandas que passam:  têm uma devida conexão não só pelas propagandas, mas pela simplicidade dos seus significados.

CRÍTICA | WandaVision: S01X07

O sétimo episódio de Wandavision chegou nesta sexta-feira (19), e diversas coisas aconteceram mas, que já iria acontecer.

O episódio se inspira em mais uma sitcom clássica, e desta vez, a sitcom escolhida é Modern Family ( 2008). O fato em questão que chama muito a atenção neste episódio é a quebra da quarta parede, mas que isso é um padrão da série Modern Family, mas que faz todo um sentido.

O episódio começa acompanhando Wanda se recuperando do ocorrido no Halloween, ( EP06), ela está decidida em ter um dia apenas dela, mas com filhos todo mundo sabe que é complicado e para a sorte de Wanda, Agnes chega e se oferece para levar as crianças embora para que ela possa relaxar, e dessa vez Vision não está lá para impedi-la. 

Também, além da quebra da quarta parede, o episódio trouxe respostas, que apenas eram correspondidas nas teorias “ Agnes era a feiticeira Agatha Harkness”.

Um diferencial que o episódio trouxe foi exatamente às entrevistas, que faz muito referências a Modern Family.

Fora do Hex, Monica está disposta a embarcar em uma missão para invadir Westview, ela está com um veículo espacial e equipamento de alta tecnologia mas o veículo é rejeitado e decide entrar por conta própria, na passagem no Hex Monica ganha poderes. Para os fã dos quadrinhos não é muita surpresa, no episódio anterior podemos ver que ela estava geneticamente modificada, mas ao passar podemos ver a transformação onde ela consegue ver o espectro de luz.  

Vision está exatamente onde o episódio de Halloween acabou, e ao acordar ele está em um circo, que foi criado pelos agentes que estavam na base da SWORD durante a extensão do Hex. Para sorte do Vision, Darcy Lewis está bem ali, como uma artista do circo sem saber de nada, mas Visão usa seus poderes para mudar isso e logo tem um aliado para ajudá-lo a entender tudo que está acontecendo. Darcy e Vision são ótimos juntos, trazem um pouco de humor ao episódio, mesmo quando Darcy está contando tudo o que aconteceu com ele e Wanda antes do Hex. 

Desde o primeiro episódio Agnes tem apresentado comportamentos estranhos e na introdução musical ela revela está por trás de tudo de ruim que acontece em Westview. Agnes passa de uma vizinha intrometida para uma uma vilã com autoconfiança, na apresentação musical vemos como ela estava afetando cada momento do show até agora. 

E se em algum momento no episódio você sentiu falta do Pietro, recomendo ficar até o final dos créditos. 

Minari ( 2020) – Crítica do filme da produtora A24

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A produtora A24, que também produziu filmes como O Hereditário(2018), e Midsommar ( 2019) e o Farol ( 2019), além de Jóias Brutas (2019), traz filmes bem emocionantes, importante e com uma carga dramática fortíssimas em apostar em uma estrutura bem linear e simplificada.
Em meio disso, Minari pode ser a grande aposta do estúdio para levar o Óscar e outras premiações para a casa da produtora fundada em 2008 por Daniel Katz, David Fenkel e John Hodges.

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O filme traz premissa contando a história de uma família sul-coreana que se muda para o campo, morando em uma espécie de trailer/ônibus, e partindo disso, em busca do sonho americano.
O filme autobiográfico na vida do diretor Lee Isaac Chung, o mesmo diretor de Lucky Life( 2010), o diretor usa o seu ponto de visto no garoto David ( Alan Kim), um menino de 7 anos, e bem extrorvetido para se dizer assim.
A família é composta com a irmã mais velha Anne (Noel Cho), a mãe Monica (Yeri Han) e o pai Jacob (Steven Yeun).

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O filme têm um desenvolvimento social fortíssimo, apostando sempre na atuação de seus personagens, mas em como essas pessoas lidam com o olhar diferente dos norte-americanos e, as vezes causando uma Xenofobia, e o que as raízes desse povo trará sempre apostando nesse lado mais social e se, de fato o sonho americano de autossuficiência têm um real significado, não só pra eles mas para todos os povos não americanos.
De um lado, a família sempre enfrentando os perrengues da vida pois, as crianças não têm o que fazer ( talvez nada para ser mais exato), e a esposa não concordando com essa vida fora da cidade, o que pra ela é algo nada convencional.
Inesperadamente, a presença da avó traz muitas reviravoltas na família. David, o garotinho da família, não ver a sua avó como avó de verdade, já que para ele, a visão de uma avó é assar biscoitos e ser delicada e assistir novelas; e isso por que, talvez a sua pespectiva muda pela mudança com o Estado.
O diretor usa movimento de câmeras, facilmente usada a mão para mostrar ações dos personagens, e grandes planos ( principalmente no primeiro ato).
O pai e a mãe, que trabalham numa empresa, e logo após disso, eles vão a igreja ( cristã). O filme Minari é bem impecável no quesito dramático, apostando nos seus personagens e/ou como essa história simples mas emocionante nos toca .
Tudo muda quando a avó da família, Soonja( Youn Yuh-jun), que se muda de seu país natal, a Coréia do Sul, para os Estados para viver o American Dream, e a sua chega contrói um belo desenvolvimento tanto emocionante como cômico também, já que, David ( Alan Kim), não ver a avó como uma avó, sempre levando conceitos esteriotipados do que ela têm que ser.
o filme começa a melhorar quando Soon-Ja começa a participar no filme, isso aos 35 minutos do longa.
O filme estreou mundialmente no Festival Sundance de Cinema em 26 de janeiro de 2020.
Minari é um bom filme, com roteiro e direção fortíssimas mas o seu grande marco é a partir do seu objetivo: a estrutura narrativa.

Relatos do Mundo ( News of the World -2020) – Crítica

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Em 1870, na pequena cidade do Texas, o ex-militante e viúvo Capitão Jefferson Kyle Kidd ( Tom Hanks) oferece notícias para a comunidade analfabeta da região, passando sua rotina indo em cidades pequenas e pobres, mas tudo isso muda quando uma garotinha é encontrada por ele na cena de um assassinato, o que faz com ele mude seu caminho e leve ela a sua casa.
A gorotinha, Johanna ( Helena Zangel), que por si só faz uma atuação competente, tomando cenas no longa-metragem, é uma garota que perdeu sua família, sendo todos mortos, e cabe ao capitão Kidd leva-lá a casa de seus tios para a tribo Kiowa, uma tribo nativa dos Estados Unidos que habitavam as regiões do Texas ocidental, Oklahoma e Novo México oriental.

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O longa é co-escrito e dirigido por Paul Greengrass, um diretor que também dirigiu filmes como Ultimato Bourne( 2007), Livre pra voar( 1998), e Capitão Philips (2013), que também Tom Hanks faz parte.
Sendo um filme baseado no livro de mesmo nome, publicado em 2016, pela escritora Paulette Jiles, o filme explora essa base dos filmes clássicos de faroeste e uma dose dramática, contando uma história de sobrevivência, afinal o capitão Kidd e Johaane iriam enfrentar uma longa viagem e iriam, também enfrentar fortes inimigos, com muitos tiroteios, tentativas de rapturas e grandes perigos.

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O protagonista vivido por Tom Hanks foi inspirado por um amigo da autora e escritora Paulette Jiles. Embora Relatos do mundo não seja baseado em uma história veridíca, o panorama social/político representado no longa-metragem fazia parte dos Estados Unidos na pós-Guerra de Sucessão, que foi uma guerra que ocorreu entre 1861 e 1865, entre o norte e o sul dos Estados Unidos.

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Seguindo essa premissa, o longa explora tudo o que o subgênero de faroeste segue: cidades pequenas, tiroteios, sobrevivência e uma boa dose de ação.
Após serem perseguidos por um grupo de mafiosos, o capitão Kidd precisa proteger a jovem menina e ela assim ajuda-o nessa missão. Após derrotar os miliantes, a viagem segue em mais uma tentativa de completar a sua missão, o capitão Kidd e a menina sofrem mais um ataque, mas que dessa vez quem salva é a própria menina.
Após conseguirem chegar ao local desejado, o que não resta absolutamente nada na casa onde Johana morava, serve ao capitão Kidd leva-la para a casa de seus tios, que não querem cuidar dela, o que faz o capitão Kidd voltar, libertá-la das cordas amaradas nela e cuidar da garota como se fosse sua filha.
Em âmbito geral, Relatos do Mundo é um ótimo filme de faroeste explorando a sutileza dos protagonistas, com uma direção competente, mas que provavelmente aproveita o máximo que têm um história clichê, mas emocionante.

Nota: 8,0

Avaliação: 3 de 5.

Malcom and Marie ( Netflix -2021) – Critica

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Malcom & Marie é um filme dramático de 2020/2021 dirigido, roteirizado por Sam Levinson, e produzido por Sam Levinson, Ashley Levinson, Kevin Turen, gravado na pandemia, e é o mesmo criador/diretor da série Euphoria (2019), onde a atriz Zendaya é a protagonista principal da história.
O filme conta com a participação da atriz Zendaya e o filho de Denzel Washington, John David Washington, em seus papéis protagonistas em Malcom and Marie. O filme conta a história de um diretor que acaba de estrear o seu primeiro filme, e voltando pra casa ( já dentro da casa), ele e seu namorada discutem sobre seu relacionamento, e o que essas possíveis atitudes trarão para o casal.
Com uma fotografia em preto e branco, o longa trata essa premissa da forma mais simples possível, usando a filmagem a mão, ou seja, com a câmera na mão, em movimentos sutis e elevados.
O roteiro é um pouco previsível, já que a história serve apenas de idas e vindas do casal, de uma maneira que o longa trabalha na briga e solução do casal, utilizando expressões faciais exageradas de John David Washington, em alguns momentos do filme, quando as coisas pioram.

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Com, já preparando-se para envolver-se com o tema central: Discussões de relacionamentos e suas consequências, o longa trata como essa reviravolta, junto com o trabalho da cinematográfia em longos planos criando uma atmosfera criativa na fotografia, trazendo o envolvimento de cada personagem apresentado.
Já comecamos assistindo o filme com a criativadade da direção/roteiro em, logo apresentar o conflito, mas algo que provocou uma explosão de crítica pelo público, e a crítica também, foi o mal desenvolvimento das narrativas.
Talvez, Malcom & Marie seja aquele projeto audiovisual sútil e desenvolvido como forma de Sam Levinson, passar a sua própria mensagem, ou seja, algo sobre ele, que pode ter passado em sua vida profissional e/ou pessoal.
Com um orçamento de 2,5 milhões USD, o filme conseguiu entregar uma boa experiência, já que o filme andou de uma forma inesperada, já que a essa experiência serve de exemplo para aqueles que conseguiram perceber as motivações, objetivos criativos, e até mesmo o motivo do longa-metragem.
De acordo com o agregador de resenhas Rotten Tomatoes, 59% dos 103 críticos deram ao filme uma resenha positiva, com uma avaliação média de 6,4/10. O consenso dos críticos do site diz: “As ambições de Malcolm & Marie nem sempre são satisfeitas de forma satisfatória, mas suas falhas são frequentemente compensadas pela forte química entre as estrelas do filme.

Doce Vingança ( Promissing Young Woman, 2021) – Critica

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O ano de 2020 foi um ano em que surgiram-se vários cineastra tanto como diretores, roteiristas, e produtores, sendo assim, a atriz prestigiada do Primetime Emmy Awards 2019, Emerald Fennell, nos entrega um suspense/drama de 2020 muito divertido, violento, muito bem pensado e com uma crítica social muito forte.
O filme o qual me refiro é Doce Vingança, que como proposta principal fala sobre abusos sexuais e /ou verbais, nas quais as mulheres que são ou não drogadas em boates, alguns homens se aproveitam do momento, estuprando-as, humilhando-as e o filme apresenta a atriz Carey Mulligan, em uma atuação simples, mas complexa.
O filme conta a história de uma jovem chamada Cassey ou Cassandra, ( Carey Mulligan), ex-estudante de medicina, que foi estruprada na faculdade por jovens universitários, e vive com isso preso em sua mente, e a partir daí resolve se vingar da forma mais inteligente, sádica e violenta possível, se fingindo de bebâda para os homens abusarem dela, e quando tal ação acontecer, ela enfrenta-los de uma vez por todas.

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O desenvolvimento do longa a partir dessa ato covarde de alguns homens, principalmente aqueles que acham que podem prover dos direitos das mulheres, e/ ou acharem que, satisfazendo esse desejo impróprio, acredita-se que, embora seja totalmente inútil, essess rapazes se acham poderosos, mas a dose do roteiro e direção impecável, pode ser afirma assim, da estreante Emerald Fennel, é algo surreal, simples mas interessante.

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No Rotten Tomatoes, o filme tem um índice de aprovação de 92% com base em 48 resenhas e uma classificação média de 7,5/10. O consenso dos críticos do site diz: “Um thriller corajosamente provocativo e oportuno, Promising Young Woman é uma estreia auspiciosa para a roteirista e cineasta Emerald Fennell – e um destaque na carreira de Carey Mulligan”.
O uso de uma cinamatográfia única, permanente e arriscada, o longa trata em como retirar essas feridas como o abuso sexual, mas também abuso verbal, que também é mencionado.
O uso de cores fortes, e contraste com o ambiente( cenários), foi uma aposta de Fennel na originalidade do seu longa, mas também, pode se dizer que, juntamente com cada capítulo e escolhas das músicas, pops para ser mais exato, é uma grande aposta para o desenvolvimento do enredo, e quem escolhe ou faz essas canções é a partir de Anthony Willis, um compositor de trilha sonoras.

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O segundo ato ( logo após metade), o filme se mostra melhor a cada minuto, tanto pelo relacionamento de Cassey com Ryan( Bo Burnham), até que ela começa a se envolver com um antigo colega da faculdade, já que agora, ele trabalha no hospital sendo um paramédico, o que me parece ser.

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Promising Young Woman vai te deixar ansioso e e/ou frustrado, mas vale a pena ser assistido: é envolvente, bem atuado, um bom ritmo e deve agradar seu público alvo.

Nota: 7,5

Avaliação: 5 de 5.

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